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| Carlos Eduardo |
O atleta Carlos Eduardo é um exemplo de dedicação ao fisiculturismo, fonte de inspiração para os demais adeptos desse esporte. Saiba mais sobre ele:
"Iniciei no esporte com 16 anos praticando musculação
apenas para ter um físico legal, para poder ir a piscina e a praia, pois me
achava muito magro.
Em 1992 comecei a treinar na Academia Dinâmica, em 1993, André Santos, pessoa
que é o grande alicerce na minha carreira como fisiculturista me incentivou a
competir pela primeira vez em Valença, interior do Rio de Janeiro, onde fiquei
em 1º lugar na categoria leve.
A partir daí não quis parar de competir, até que em 1995 ganhei o Campeonato
Carioca de Estreantes ainda pela IFBB na categoria juvenil.
Fiquei muito feliz, pois já estava competindo um campeonato estadual. Com o
passar do tempo fui adquirindo experiência, fui conquistando títulos no interior
do Rio e competi até em 1998, onde me dediquei aos meus estudos, vida
profissional e acabei até me casando.
Hoje em 2004 voltei a competir pela NABBA, com o total apoio de Andrézão, fui
campeão Carioca Overall de Estreantes, vice - campeão na Taça Cidade do Rio de
Janeiro, Campeão Carioca na classe II e fiquei em 5º colocado no 3º Campeonato
Brasileiro na Cidade de Natal-RN."
A seguir, algumas fotos do atleta:
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F O N T E S:
Para saber mais sobre Carlos Eduardo, visite o link http://www.carloseduardomuscle.com
FOTOS:
Encaminhadas pelo atleta.
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| Anatomia do Quadril, por Sérgio da Cunha Neves Júnior |
INTRODUÇÃO
Com o intuito de alertar os profissionais de educação física e outros sobre a
importância dos achados clínicos das lesões do quadril mais comuns relacionadas
à prática esportiva, faz-se necessária uma revisão literária sobre as condutas
mais assertivas na identificação e tratamento destas lesões. Os profissionais
necessitam compreender a anatomia funcional e os mecanismos
anátomo-fisiopatológicos dessa articulação, buscando não somente o tratamento,
mas a prevenção. Este informativo não tem a intenção de esgotar o assunto, mas
sim, instigar à busca constante pela informação científica.
ANATOMIA DO QUADRIL
Nos ossos do quadril identificam-se três articulações: a sinfisiana referente à
união das sínfises, a sacroilíaca, união entre o osso sacro e os ilíacos, e a
coxofemoral (Ghorayeb et al., 1999; Rasch et al., 1977; Gardner et al., 1988),
sendo esta última de maior significância para o estudo das lesões.
A coxofemoral é uma das articulações do membro inferior (M.I) a qual tem a
função especifica de sustentação e locomoção do corpo humano. Esta é
classificada como sinovial, esferoidal, permitindo movimento nos três planos
(frontal, sagital e transversal) sendo o mesmo limitado pelas estruturas ósseas,
capsulares e mioligamentares (Hall, 2000; Weineck, 1990; Filho, 1994, Bienfait,
1900; Gould III, 1900).
A articulação coxofemoral é composta por duas estruturas ósseas: o acetábulo
constituído pelo encontro de três ossos (Ílio, Ísquio e Púbis) e a cabeça do
fêmur sendo 2/3 esférica localizada na epífise proximal do fêmur. O acetábulo
sendo côncavo (fossa do acetábulo), possui, aderido a sua orla, uma estrutura
fibrocartilaginosa formando o lábio do acetábulo unindo-se ao ligamento
transverso em sua incisura possibilitando à cabeça do fêmur, estrutura convexa,
um encaixe profundo favorecendo a coaptação (Rasch, 1900; Hall, 2000; Gardner et
al., 1988; Gould III, 1900).
Vale salientar que o colo do fêmur, parte óssea que antecede superiormente a
cabeça do fêmur, é considerado a parte mais fraca do fêmur por ser constituído
por osso trabecular e possuir menor diâmetro em relação as demais partes (Hall,
2000). O colo do fêmur forma com a diáfise do fêmur o ângulo colo-diafisário
direcionando o fêmur medialmente e para baixo do quadril (Hall, 2000; Weineck,
1990). Este mesmo ângulo pode ser denominado de ângulo de inclinação, podendo
variar de acordo com idade, sexo e maturação óssea, seu valor médio no adulto é
de 125°, quando este ângulo apresenta-se excessivo denomina-se de coxa valga, e
quando diminuído, coxa vara (Gardner et al., 1988; Gould III, 1900). Este ângulo
favorece a ação dos músculos inseridos nesta região propiciando maior torque
muscular (Weinek, 1990; Gould III, 1900).
A cápsula articular e os ligamentos capsulares e extracapsulares são
considerados estabilizadores passivos e os músculos estabilizadores ativos
(Hall, 2000; Gould III, 1900).
Inserido à fóvea, pequena reentrância na cabeça do fêmur, encontra-se o
ligamento da cabeça do fêmur também denominado ligamento redondo o qual se fixa
à fossa do acetábulo na incisura e ligamento transverso, tendo pequena
contribuição na fixação da cabeça do fêmur ao acetábulo (Hall, 2000; Gould III,
1900), sendo sua principal função conduzir vasos sanguíneos à cabeça do fêmur (Gardner
et al., 1988; Gould III, 1900). Os ligamentos iliofemoral, pubofemural e
isquiofemoral, tendo seus nomes relacionados a suas inserções, aderem-se
externamente a cápsula articular e são de vital significância para esta
articulação os quais reforçam a cápsula articular (Hall, 2000; Gould III, 1900;
Garden et al., 1988), além de rodarem durante a extensão da coxo-femoral a
cabeça do fêmur dentro da fossa do acetábulo, isto, devido à conformação
estrutural destes (Hall, 2000; Weineck, 1990). Na posição de extensão total do
quadril identifica-se a maior estabilidade desta articulação devido a maior
tensão dos ligamentos extracapsulares, no entanto na flexão os ligamentos e
cápsula mostram-se afrouxados, desta forma tornando-se a articulação mais
propícia a luxações por trauma no joelho (Gould III, 1900).
As bursas ou bolsas são cápsulas revestidas por membrana sinovial cheias de
líquido sinovial e possuem a função específica de evitar constantes atritos
entre as estruturas ósseas e tecidos moles adjacentes (Hall, 2000; Gould III,
1900). As bursas de significância para esta articulação são: ileopectínea,
interposta acima dos ligamentos iliofemural e pubofemural, a trocantérica
profunda, localizada entre o trocanter maior do fêmur e o glúteo máximo, e a
isquiática, fixada entre o ísquio e glúteo máximo (Gould III, 1900; Mellion,
1997).
A cintura pélvica (ílios, ísquios e púbis), devido a sua coordenação com fêmur e
coluna vertebral, propicia maior amplitude de movimentos (A.D.M) aos M.I.
Devemos ter em mente que a articulação coxofemoral é alvo de grandes compressões
devido às forças internas e externas chegando a mais ou menos 500% do peso
corporal numa corrida (Hall, 200; Gould III, 1900), superando 870% do peso
corporal ao cambalear (Hall, 2000).
São inúmeros os músculos envolvidos na cinemática desta articulação (Hall, 2000;
Moore, 1990):
| AÇÃO | MÚSCULOS |
| Flexão | Íliopsoas / Sartório / Reto Femoral / Tensor da fáscia lata / Adutor magno |
| Extensão | Glúteo máximo / Semitendinoso / semimembranoso / Bíceps femoral / Adutor magno |
| Abdução | Tensor da fáscia lata / Sartório / Glúteo médio / Glúteo mínimo / Piriforme / Obturador interno / Gêmeos superior e inferior |
| Adução | Pectíneo / Adutor longo, curto e magno / Grácil |
| Rotação interna | Glúteo máximo e mínimo / Tenso da fáscia lata |
| Rotação externa | Glúteo máximo / Piriforme / Obturador interno / Quadrado da coxa / Gêmeo superior e inferior |
Tabela 1
LESÕES DA ARTICULAÇÃO COXOFEMORAL NO ESPORTE
Frontera et. al (2001), atenta para o fato de que todas as doenças articulares
possuem fatores intrínsecos como: a rigidez, a dor, a deformidade articular, a
contratura dos tecidos moles, atrofia muscular, o descondicionamento físico
generalizado e a diminuição da função. A perda da força pode vir associada aos
fatores citados.
O profissional de Educação Física deve atentar-se para a pertinência da lesão.
Através da acuidade para os aspectos morfológicos, a correlação com queixas
referidas, associada à execução de manobras específicas, pode alertar e/ou
indicar o cliente (aluno) a buscar um profissional responsável com intenção de
diagnosticar possível anomalia e, posteriormente, tratá-la com maior
especificidade.
FRATURAS DE AVULSÃO
Esta desinserção ou arrancamento muscular é ocasionada pela violenta e repentina
contração dos músculos (movimentos explosivos) em fase excêntrica ou concêntrica
(Mellion, 1997; Gould III, 1900), sendo as mais comuns no músculo sartório, reto
femoral, tendão dos músculos posteriores da coxa, reto abdominal, e o íliopsoas.
Todas estas se caracterizam por referidas algias no local da avulsão (inserção
muscular). A maior incidência desta encontra-se em velocistas, saltadores,
jogadores de futebol, ginastas e futebol americano (Mellion, 1997).
Constatada a avulsão, deve-se evitar a prática esportiva até recuperar-se a ADM,
e força do M.I. Inicia-se o tratamento com gelo, repouso e mudança das rotinas
físicas pelo período aproximado de 2 a 4 meses, podendo ser necessária à
utilização de utensílios que auxiliem na deambulação, com finalidade de se
evitar a sobrecarga no M.I lesado. Após o retorno da ADM, torna-se necessário o
trabalho gradual de força muscular, sendo este de vital importância para o
retorno do atleta ou esportista a sua prática (Mellion, 1997; Gould III, 1900).
DISTENSÃO DA COXA
De forma geral, a distensão é ocasionada pela rápida e/ou máxima contração
muscular associada a grande extensibilidade muscular (alongamento) (Hall, 2000;
Mellion, 1997; Gould III, 1900). Os adutores e os ísquio-tibiais são os mais
acometidos estando, o último, relacionado a atletas velocistas (Hall, 2000;
Mellion, 1997).
Os sintomas da distensão dos ísquios tibiais podem ser identificados pela
descrição do paciente em ter ouvido um estalo, seguido de dor local
intensificando-se na flexão da articulação coxofemoral com joelho em extensão, a
perda da capacidade funcional do M.I afetado, sensibilidade ao toque do ventre
muscular e inserção proximal (Mellion, 1997).
Até o desaparecimento da sensibilidade, o tratamento consiste em crioterapia,
atadura e ultra-som. Após, alongamento e ciclismo de alta velocidade (Mellion,
1997).
Os sintomas dos adutores caracterizam-se por dores ao realizar os movimentos de
adução e flexão da articulação coxofemoral com resistência. O tratamento
consiste em crioterapia, proteção, compressão, elevação e suporte, dependendo da
gravidade enfaixamento da virilha e ultra-som (Mellion, 1997).
De acordo com Gould III (1900), os esportes como corrida, salto, ciclismo ,
esqui e futebol americano são mais suscetíveis a este tipo de lesão,
acrescentando ser importante treinos de flexibilidade para possível diminuição
destas. O mesmo apresenta a lesão do reto femoral como significativa, e sugere o
retorno precoce aos exercícios físicos de forma progressiva evitando-se as
dores, com o intuito de beneficiar a cicatrização tecidual nas distensões.
LUXAÇÃO DA ARTICULAÇÃO COXOFEMORAL
A luxação é a separação das superfícies articulares, proporcionando frouxidão
dos tecidos circundantes e capsulares, devido ao estiramento além de seus
limites elásticos, sendo em sua essência, traumática. 90 % das luxações
posteriores estão relacionadas a esportes de velocidade e impacto como no
futebol americano e esqui. Na luxação posterior, a articulação coxofemoral
encontra-se fletida, aduzida, rodada medialmente, trocanter maior e região
glútea proeminentes, com M.I aparentemente mais curto. Na luxação anterior, a
articulação coxofemoral apresenta-se levemente fletida, abduzida, rotada
lateralmente, M.I aparentemente mais curto, podendo ainda a cabeça do fêmur
estar proeminente. Nestes casos deve ser feita imobilização com tala e
direcionar o lesionado para o hospital (Mellion, 1997).
FRATURA DE ESTRESSE DO COLO FEMORAL
Já mencionamos sobre as altas cargas tensivas nesta articulação, assim como a
maior fragilidade do colo do fêmur, associado a microtraumas repetitivos. A
maior parte dos lesionados são corredores referenciando dores insistentes na
região da virilha, identificando-se sensibilidade ao toque na região inguinal,
limitação da A.D.M na flexão e rotação medial seguida por dor (Mellion, 1997).
CONSIDERAÇÕES
Devemos ter em mente que apesar da grande estabilidade da articulação
coxofemoral, esta está associada a grandes cargas tencionais e a grandes
amplitudes de movimento, sendo de suma importância a harmonia dos grupos
musculares agonistas e antagonistas favorecendo a coordenação intermuscular a
fim de evitarmos lesões e uma inadequada postura corporal, já que a articulação
e os músculos intrínsecos a mesma estão relacionados à sustentação do corpo e
manutenção da postura.
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| Musculação Além do Anabolismo: Drogas, Treinamento, Nutrição e muito mais. |
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Título: Musculação Além do Anabolismo: Drogas,
Treinamento, Nutrição e muito mais. Autor: WALDEMAR M. GUIMARAES NETO Sinopse: Falar sem restrições sobre o mundo dos anabolizantes na musculação e no fisiculturismo é a maior preocupação do autor neste livro. Sem rodeios, Waldemar Guimarães apresenta os perigos da falta de informação sobre o uso de determinadas substâncias na composição de um físico perfeito e competitivo. As alterações hormonais, o processo metabólico de absorção de anabolizantes, as definições dos problemas causados pelo uso dos esteróides, os mecanismos dos exames antidoping e ciclos da droga, são alguns dos tópicos tratados no livro. Advertências também para o excesso de treinos e o estresse emocional, causadores de conseqüências que acabam em lesões, inflamações, insônia, dores musculares, inapetência etc. Atletas e até mesmo amadores vem se utilizando da aplicação de óleos e hormônios com maior nível de progesterona para inflarem seus músculos, quebrando o processo de treino, pois assim, ganham mais massa muscular, num curto período sem se preocuparem com os riscos desses métodos. O autor também traz sugestões de dietas para aumento da massa e definição muscular, propostas de dietas pré-competições, e considerações importantes sobre os demais suplementos alimentares. Para quem deseja saber mais sobre o fisiculturismo competitivo, esta é uma leitura indicada, na qual você saberá aplicar aos seus treinos as medidas necessárias para os resultados que quiser alcançar.
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| Atentado às bombas em Padre Bernardo |
ATENÇÃO: Toda a informação
contida neste site tem propósito exclusivamente educacional. NÃO
INCENTIVAMOS, de maneira alguma, a administração de substâncias anabólicas,
androgênicas ou qualquer outra droga. Este produto, se usado, deve obediência às
leis federais, estaduais ou locais. Compete ao usuário obedecer a todos os
comandos legais. Dessa forma, não assumimos qualquer responsabilidade
pelo mau uso deste produto ou por quaisquer danos que ele possa causar.
Verifique a extensa lista de efeitos colaterias indesejados e NUNCA deixe
de consultar um médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento.
Título: Atentado às bombas em Padre Bernardo
Autor: Fábio Véras
Email:
fabiomouraveras@hotmail.com
Tema: anabolizantes
Adicionado em: 31/10/2004
Jovens entre seus 15 e vinte e poucos anos foram vítimas da
desinformação e do mercado negro e podre que envolve o comércio de esteróides
androgênicos anabolizantes. Com a morte de um deles o caso tomou conhecimento
nacional e foi a bola vez para a mídia sensacionalista.
Ouviu-se de tudo: Médicos, professores de educação física e muitos jornalistas
desinformados jogaram mais uma vez a culpa no uso dos anabolizantes que os
jovens teriam usado quando na verdade a causa da morte do adolescente não foi
por culpa direta da substância que injetaram em seus braços mas simplesmente
pela falta de conhecimento para a aplicação de uma injeção intramuscular que,
como qualquer medicamento injetável profundamente no músculo, deveria ter sido
aplicado nos glúteos, coxa ou ombros com técnica correta para se evitar atingir
vasos ou veias que tornariam a injeção intramuscular numa injeção endovenosa.
Simples assim esses jovens foram vítimas de um traficante (provavelmente tão
ignorante quanto eles) que só queria ganhar seu lucro da maneira mais rápida
possível.
O episódio me chamou mais atenção pela maneira como a mídia utilizou a situação
para fazer um sensacionalismo idiota em cima de medicamentos que podem ser
utilizados de maneira correta e trazer saúde para aqueles que precisam dele. É
fácil olhar esse tipo de medicamento como veneno de rato mas não é assim que se
educa as pessoas.
Atualmente os esteróides anabolizantes vem sendo usados em inúmeras situações
como para promover ganho de peso em pacientes que sofreram cirurgias de grande
porte e por terem ficado inertes por muito tempo perderam muito de sua massa
muscular. Ainda podem ser usados para reposição hormonal tanto em homens quanto
em mulheres aonde trazem diversos benefícios a saúde.
Pesquisas também tem mostrado sua aplicação para melhorar a qualidade de vida de
pacientes aidéticos que sofrem com a perda de peso excessiva e uma conseqüente
atrofia dos músculos trazendo qualidade de vida a essas pessoas.
Por que não aproveitar a situação para discutir os aspectos morais que envolvem
essa questão?
Porque meninas adolescentes podem se submeter a cirurgias plásticas,
lipoaspirações e colocações de próteses e tal procedimento ser aceito pela
sociedade?
Será que desmitificar o uso dos anabolizantes pela comunidade médica não poderia
ter evitado a idiotice que esses garotos fizeram?
Por que jovens podem morrer na mesa de cirurgia diante de uma cirurgia plástica
mas caso queiram tomar anabolizantes são vistos como demônios por todos?
Por que a hipocrisia ainda faz com que todos aqueles que tomaram ou ainda tomam
essas substâncias neguem seu uso e apontem para os suplementos (a maioria
ineficaz) como os responsáveis pelos seus ganhos extra de massa muscular?
Esses meninos compraram o desejo de ter braços fortes sem esforço, exatamente
como fazem muitos que querem ter seios maiores e mais rígidos, uma cintura mais
fina e muitas outras mudanças que podem ser feitas a base de cirurgias e outros
procedimentos.
Se tivessem acesso a informação provavelmente não teriam cometido o erro e, com
isso, injetado as substâncias de maneira letal.
Para ler a análise completa,
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DICA: não tome anabolizantes! Existem diversos suplementos
alimentares que podem aumentar sua performance naturalmente! Um desses
suplementos é o ANABOLIC ANIMAL PACK, oferecido pela loja CorpoPerfeito:
|
Benefícios:
|
*********************************
ATENÇÃO: Não vendemos anabolizantes nem incentivamos o uso
indiscrimado dessas substâncias. Sempre consulte um médico antes de tomar
qualquer medicamento. Por favor, NÃO envie emails solicitando tabela de preços
ou informações sobre vendedores.
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| Só Whey dá resultados? |
Enviada: 16 Nov 2004 05:57 Assunto: Só Whey dá
resultados?
--------------------------------------------------------------------------------
Galera eu suplementei a um tempo atrás com Animal Pak da universal, eu tomei
apenas 22 paks pois rachei o pak com um amigo meu, tive bons ganhos durante esse
periodo e pretendo comprar outro pak no começo do ano que vem, só que eu keria
comprar algum suplemento para esse resto de final de ano, algo que naum fosse
tao forte como o pak, só para dar uma suplementada de leve, eu pensei no Whey
protein, sera que tomando apenas ele eu terei resultados, mesmo que naum muito
expressivos??
Quando eu comecei a tomar o pak eu tava pesando 75kgs, dae eu comecei a malhar
mais pesado e a comer mais, tendo em vista otimizar os resultados com o uso do
pak, hj estou com 82kgs, minha altura é 1.81m
_________________
My job is hunting devils
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