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Edição de maio de 2009

Efedrina e Sibutramina foram encontradas pelos fiscais da ANVISA

Operação apreende medicamentos na fronteira com o Paraguai, incluindo efedrina e sibutramina

Muitos atletas se arriscam ao administrar efedrina e sibutramina para queimar gorduras e apresentar um físico em forma.

O que não sabem é que podem estar usando produtos contrabandeados, e, muitas vezes, falsos.

Leia notícia da ANVISA sobre a apreensão de efedrina e sibutramina na fronteira com o Paraguai:

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Brasília, 2 de abril de 2009 - 14h
Operação apreende medicamentos na fronteira com o Paraguai

A Operação Seis Fronteiras, que começou na última terça-feira (31), já encontrou mais de 17 mil comprimidos de medicamentos irregulares. Os fiscais da Anvisa, primeiro órgão sanitário mundial a participar da ação, atuam em Foz do Iguaçu, ponto de ligação entre o Brasil e o Paraguai.

No primeiro dia de operação, foram apreendidos os medicamentos Cytotec, de uso proibido no país, Viagra e Cialis falsificados, Pramil (contrabando), Sibutramina e Desobesi (substâncias sob controle especial), dentre outros. Segundo a Polícia Federal, responsável pela operação, foram presas três pessoas que tentavam entrar com esses produtos no território nacional.

Já na madrugada desta quinta-feira (1º), os fiscais apreenderam, além do Pramil, a Efedrina, substância precursora utilizada na fabricação ilícita de estimulantes. Duas prisões foram efetuadas pela PF. A operação Seis Fronteiras, que tem como objetivo principal reprimir o desvio de produtos químicos utilizados na produção de drogas, ocorre simultaneamente em vários países.

Na sexta-feira (3), foram apreendidos quatro mil comprimidos dos seguintes medicamentos: sibutramina, pramil, efedrina, cloridadato de morfina, cloridato de metadona e frontal, além de anabolizantes. Mais duas prisões foram efetuadas pela Polícia Federal.

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

FONTE:
ANVISA -http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/020409_3.htm

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Suplementos alimentares com efedrina e sua proibição pela FDA em 2004

Suplementos com efedrina

A efedrina fez muito sucesso entre os praticantes de musculação e fisiculturismo. Estava presente em diversos suplementos alimentares. Era muito usada numa combinação chamada ECA - efedrina, cafeína e aspirina.

Desde abril de 2004 o Food and Drug Administration (FDA - é como se fosse a ANVISA dos EUA) proibiu a comercialização de suplementos alimentares com efedrina ou ma huang. No Brasil não há informação sobre a liberação da efedrina em suplementos, ao que indica que sempre foi proibida.

A proibição nos EUA se deu por conta de diversos casos em que os usuários tiveram problemas de pressão arterial e arritmia cardíaca, sendo que em alguns casos houve morte.

Alguns fisiculturistas e praticantes de musculação ignoram esses riscos já evidenciados e continuam a fazer uso da substância, como se pode ver em nosso fórum:

>> Depoimento do uso de ECA (Efedrina, Cafeína e Aspirina) <<

Os atletas não podem igorar os riscos que correm ao consumir substâncias que comprovadamente causam efeitos colaterais graves.

FONTE:
FDA -
http://www.fda.gov/FDAC/features/2004/204_ephedra.html

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Leia um artigo interessante sobre a efedrina escrito pelo Prof. Reinaldo Tubarão Bassit:

A efedrina é obtida do extrato vegetal de Ma-Huang (farmacopéia Chinesa, Indiana e Japonesa, dos ramos jovens de Ephedra sinica, Ephedra equisetina e Ephedra gerardiana (Ephedraceae), que contém não menos de 1,25% de alcalóides na forma de efedrina. É encontrada na forma de grânulos ou cristais brancos, que se decompõem na presença de luz, devendo ser armazenada em frascos opacos. É solúvel em água, álcool, clorofórmio e éter. Possui atividade alfa e beta-agonista com  capacidade de aumentar a liberação de norepinefrina dos neurônios simpáticos. É uma droga que estimula o aumento da freqüência cardíaca e o débito cardíaco, e invariavelmente aumenta a resistência periférica, dessa forma, podendo elevar a pressão arterial. A ativação de receptores b-adrenérgicos, nos pulmões, promove broncodilatação. Além disso, a efedrina é um potente estimulante do sistema nervoso central (SNC), sendo que após sua administração oral, seus efeitos podem persistir por várias horas. É eliminada na urina em sua forma íntegra, tendo uma meia vida de aproximadamente 3 a 6 horas.

O extrato vegetal de Ma-Huang vem sendo utilizado a centenas de anos pelos Chineses, primariamente para o tratamento de indisposição provocada pela febre tifóide, dores articulares, tosses, inchaço dos tornozelos, asma, e contra os sintomas da gripe e de resfriados. É fato que, hoje em dia vários medicamentos descongestionantes e outros que atuam contra os sintomas da gripe, contêm efedrina. No entanto, seu uso com a finalidade de controlar o peso ou aumentar a "energia corporal" tem crescido dramaticamente, conforme podemos observar nas prateleiras de lojas de suplementos, onde a maioria dos produtos para controle do peso contem efedrina.

De fato, a efedrina, entre outras, parece ser uma droga que apresenta o melhor efeito na produção do aumento do gasto calórico através do processo denominado de termogênese (produção de calor), que de forma grosseira significa "queimar" gordura para produzir calor. Em outras palavras, com a ingestão de efedrina, ocorre aumento do metabolismo que por sua vez aumenta a temperatura corporal central. Isso acelera o gasto calórico, que facilita a perda de gordura corporal. De forma científica, a efedrina interage com os receptores b-adrenérgicos presentes na superfície dos adipocitos (celulas que armazenam gordura na forma de triacilglicerois). Essa interação entre o agonista b-adrenérgico (efedrina) e os receptores adrenérgicos presentes na superfície da célula de gordura é que irão dar inicio a uma seqüência de eventos, dentro da célula, que resultarão em aumento da lipólise, ou seja, "quebra de gorduras".

Em programas de perda de peso para obesos o extrato de Ma-Huang é utilizado como adjuvante, apresentando certo grau de segurança, sem a presença de efeitos colaterais detectáveis. Atua através de dois mecanismos, supressão do centro nervoso ligado ao apetite e aumento da oxidação de ácidos graxos de cadeia longa. Essa substância pode ser associada com a ingestão de cafeína, dentro das recomendações adequadas (200mg/dia), visto que juntas (cafeína e efedrina) atuam sinergisticamente promovendo a perda de gordura de maneira mais eficaz. A cafeína tem a capacidade de aumentar as concentrações plasmáticas de adrenalina, que por sua vez aumenta a oxidação de gorduras. Em outras palavras, quando ocorre a combinação dessas duas substâncias o efeito produzido é maior do que quando somamos os efeitos que cada uma delas tem individualmente. Além disso, a combinação da cafeína/efedrina ou de suas ervas equivalentes (guaraná/efedra), com aspirina ou sua erva equivalente (willow bark) parecem potencializar ainda mais esses efeitos, principalmente no que se refere à supressão do apetite. Assim, a utilização de doses contendo o equivalente a 20 - 25mg de efedrina, considerando-se a pureza do extrato utilizado, com a ingestão de 200 mg de cafeína, e 300 mg de aspirina, parece ser a melhor combinação. Essa dose de efedrina pode ser obtida pelo consumo de 2 cápsulas da maioria dos produtos comercializados, e pode ser usada com segurança em intervalos de 6h, ou seja 3 vezes ao dia. Aparentemente, a ingestão de efedrina (20-25mg) não é capaz de produzir efeitos colaterais em indivíduos sadios, mesmo se associada à até 200mg de cafeína, outra substância simpatomimética.

Um lado considerado benéfico para praticantes de atividade física com a suplementação combinada de efedrina, cafeína e aspirina, é o "sentimento" do aumento da energia e disposição para a prática de atividades físicas, podendo levar o indivíduo a suportar o aumento da intensidade do esforço. Além disso, essa combinação parece exercer um grande efeito de supressão do apetite, considerado benéfico para aqueles que pretendem diminuir a ingestão calórica com o objetivo de perda do peso. Dessa forma, suprimindo o apetite e ao mesmo tempo dando a sensação de se ter maior energia, não é de se espantar que a combinação desses elementos está se tornando cada vez mais popular.

Alguns pesquisadores classificam doses de até 150mg de efedrina como seguras, quando utilizadas em obesos. No entanto o seu uso deve ser evitado por crianças e adolescentes (12 meses aos 17 anos de idade); lactentes (criança de zero a onze meses de idade); lactantes, uma vez que a efedrina é capaz de ser encontrada no leite; cardiopatas, incluindo-se aqueles que se utilizam de inibidores da enzima monoamina oxidase (MAO- para depressão ou supressão do apetite); e mulheres grávidas, por falta de estudos que comprovem segurança.

Entretanto, mesmo se tomando as devidas precauções, o uso dessas substâncias deveria obedecer algumas regras para se evitar o efeito da exposição crônica, que tem como conseqüência a saturação dos receptores b-adrenérgicos. Isso implica na diminuição da sensibilidade à droga (efedrina e cafeína), fazendo com que o indivíduo aumente a dosagem ingerida. Esse comportamento torna-se perigoso, uma vez que as doses elevadas podem causar aumento da temperatura corporal, perda da eficiência termorregulatória, e aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca. Adicionalmente a isso, a maior capacidade de resistir ao esforço físico e a capacidade de elevar a intensidade do mesmo, acima do que normalmente o indivíduo está acostumado, contribui para esses aumentos supracitados, colocando a maioria dos indivíduos numa situação de perigo, podendo levar à morte.

Para ilustrar essa situação, um exame médico realizado no início do mês de julho de 2003, atribuiu a contribuição de um produto à base de efedrina à morte de um jogador de beisebol de 23 anos, Steve Bechler, da equipe Baltimore Orioles. Bechler morreu um dia após sua temperatura corporal ter subido bruscamente para 42ºC durante um treinamento. O legista responsável pela autópsia, Joshua Perper, chegou a conclusão de que houve falência múltipla de órgãos, e que isso poderia estar relacionado ao uso de um medicamento conhecido pelo nome de "Xenadrine". Foi constatado que o jovem atleta utilizava o medicamento para perder peso. O jogador pesava 107 Kg, porém, sofria de hipertensão.

Sabe-se que a indústria de suplementos gera 1 a 3  bilhões de dólares anualmente, pelas vendas de produtos a base de efedrina. Um estudo realizado por pesquisadores, em São Francisco, revelou que as pessoas que consomem essa droga tem um aumento 200 vezes maior na ocorrência de efeitos colaterais do que aquelas que tomam outros tipos de suplementos.

Deve ser ressaltado que existem diferenças individuais em resposta a ingestão de efedrina, ou seja, alguns indivíduos ingerindo a dose considerada segura (20-25mg) não irão apresentar qualquer tipo de efeito colateral indesejável como por exemplo: taquicardia; aumento excessivo da temperatura corporal e do suor,  do estado de euforia, da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Por outro lado, outros irão apresentar um ou mais desses sintomas mesmo ingerindo doses abaixo do considerado seguro.

Atualmente, várias organizações médicas proeminentes, incluindo a American Medical Association e a Health Canadá, têm recomendado a proibição da venda de efedrina. As organizações esportivas, incluindo a National College Athletics Association (NCAA), o International Olympic Committee (IOC) que considera doping uma concentração acima de 10mg/ml encontrada na urina, e a National Football League (NFL), proíbem o uso de produtos contendo efedrina. Adicionalmente, a FDA (Food and Drug Administration) tem publicado inúmeras advertências sobre os possíveis efeitos colaterais dessa droga. Dessa maneira, por haver um risco substancialmente maior com o uso da efedrina em comparação a outros produtos a base de ervas (Ginkgo Biloba, Echinacea, Ginseng, Kava Kava, Yohimbe, St. John´s Wort), sua utilização deveria ser restrita ou evitada a fim de prevenir as sérias reações adversas que pode acometer grande parte dos usuários.

Referências Bibiliográficas

1 Martindale, W. Martindale: The Extra Pharmacopoeia. 27th ed. The Pharmaceutical Press, London, 1977  
2 Farmacopéia Brasileira. 3a ed. Organização Andrei Editora S.A.1977
3 USP DI. 16th ed. Randy McNally, Tauton, Massachusetts, 1996
4 Astrup A, Breum L, Toubro S, Hein P, Quaade F; The effect and safety of an ephedrine/caffeine compound compared to ephedrine, caffeine and placebo in obese subjects on na energy restricted diet. A double blind trial. Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord., 16:4, 269-77, 1992.
5 Daly P.A., Krieger D.R., Dulloo A.G., Young J.B., Landsberg L.; Ephedrine, caffeine and aspirin:safety and efficacy for treatment of human obesity. Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord., 17 Suppl 1:, S73-8, 1993.   
6 Breum L, Pedersen J.K., Ahlstrim F., Frimodt Miller J., Comparison of an ephedrine/cafeine combination and dexfenfluramine in the treatment of obesity. A double-blind multi-centre trial in general practice. Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord., 18:2, 99-103, 1994.
7 Toubro S, Astrup A.V, Breum L, Quaade F, Safety and Efficacy of long-term treatment with ephedrine, caffeine and an ephedrine/caffeine mixture. Int. J. Obes. Relat. Metab. Disord., 17 Suppl 1:, S69-72, 1993.
8 Astrup A, Breum L, Toubro S, Pharmacological and clinical studies of ephedrine and other thermogenic agonists. Obes. Res. 3 Suppl 4:, 537S-540S, 1995.  
9 Hardman, J.G., Limbird, L.E., Molinoff, P.B., Ruddon, R.W., Goodman Gilman, A., The Pharmacological Basis of Therapeutics, 9th ed. McGraw Hill, 1996.
10 Focus on: Miracle Fat Loss Supplements, Advanced Research Press, 1999
11 Betz J.M, Gay M.L, Mossoba M.M, Adams S, Portz B.S, Chiral gas chromatographic determination of ephedrine-type alkaloids in dietary supplements containing Ma Huang. J AOAC Int, 80: 2, 303-15, 1997.
12 Bent, S.; Tiedt, T.N.; Odden, M.C.; Shlipak, M.G. The relative safety of ephedra compared with other herbal products. Ann Intern Med. 138:468-471, 2003.

FONTE:
Total Nutrition -
http://www.totalnutrition.com.br/efedrina.htm

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Sibutramina - medicamento para emagrecer

Sibutramina - remédio para emagrecer

A sibutramina, por outro lado, nunca esteve presente em suplementos alimentares, ao menos de modo legal. Trata-se de um medicamento para emagrecer.

Há no Brasil um episódio que ficou famoso pela suspeita de adição de sibutramina em suplementos CLA e IGF-1 (no ano de 2007). A suspeita surgiu depois que um atleta patrocinado por uma empresa de suplementos alimentares foi reprovado num exame antidoping.

A matéria pode ser lida em nosso fórum, no link abaixo:

>> Discussão sobre a presença de sibutramina em suplementos alimentares <<

Não se tem notícia se as suspeitas se confirmaram ou se a acusação era infundada.

Apesar de a sibutramina ser um medicamento e necessitar de receita médica, não é incomum encontrar praticantes de musculação que a consumam com o propósito de conquistar um corpo sarado.

Postagem recente em nosso fórum ilustra essa realidade:

>> Relato Diário: Whey+BCAA+Malto+Sibutramina <<

Vale lembrar que como medicamento que é a sibutramina somente pode ser receita por médico para fins de tratamento de saúde.

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Leia um trecho de um artigo de Paulo Gentil sobre a sibutramina:

A sibutramina é o principal componente de diversos remédios para emagrecer como: Plenty, Reductil, Meridia e Sibutral. Sua função esperada é a perda de peso, conseguido através da inibição da recaptação de serotonina e de noradrenalina (HANSEN et al, 1999, STOCK et al, 1997). A sibutramina deve ser usada simultaneamente com exercícios e alimentação adequada, e somente quando dietas e atividades físicas não produzirem os resultados desejados.

(...)

Apesar de muito usada e prescrita por médicos e pseudoespecialistas a sibutramina tem seus efeitos colaterais e suas limitações. Lembre-se que ela só deve ser usada nos casos onde dietas e atividades físicas não surtiram efeito e que esta substância tem sua indicação terapêutica e foi testada em grupo restrito de pacientes: Os obesos. Ou seja, se você deseja apenas perder pequenas quantidades de gordura para melhorar seu visual em trajes de banho ou roupas decotadas, eu não recomendaria o uso desta substância.

Para ler o artigo completo, clique no link abaixo:

>> Sibutramina - Reductil, Meridia, Plenty, Sibutral <<

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Suplementos para queimar gordura

Com a proibição da venda de efedrina pela FDA, a indústria de suplementos alimentares relançou os produtos que antes continham a substância (como os famosos Xenadrine, Dymetadrine Xtreme, Ripped Fuel, Hidroxycut, dentre outros) em versões renovadas, sem a famosa Ma-Huang.

No entanto, esses suplementos não superaram o período áureo da poderosa e perigosa efedrina, cujos efeitos na queima de gordura eram louvados por muitos, apesar de diversos relatos de terríveis efeitos colaterais.

Será que algum dia a indústria de suplementos alimentares será capaz de desenvolver um suplemento tão poderoso quanto à efedrina e sem os efeitos colaterais que lhe eram próprios?

São muitos os novos produtos termogênicos que são apresentados no mercado mundial, mas nenhum conseguiu se tornar tão famoso quanto à efedrina até hoje.

Cabe ao tempo e aos cientistas revelar se os passos da indústria estão no camino certo.

Para conhecer os últimos termogênicos do mercado, clique no link abaixo:

>> Suplementos alimentares indicados para queima de gordura pelos fabricantes <<

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