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| Mindi O'Brien |
É no mínimo curiosa a razão que levou Mindi O'Brien a começar a treinar com pesos. Quando era criança, Mindi estava sempre se machucando com as brincadeiras normais de criança. O médico da família, então, recomendou que Mindi praticasse algum exercício físico para fortalecer a musculatura, os ossos e para desenvolver a capacidade motora.
A atleta começou praticando ginástica olímpia a partir dos sete anos de idade, o que perdurou até os quinze anos, quando passou a desenvolver um trabalho com pesos para que não mais quebrasse os braços na ginástica, uma vez que já contava com mais de cinco ocorrências.
A partir daí Mindi se apaixonou pela musculação.
Depois de mais de oito anos de treinamento, Mindi já ganhou diversos
prêmios em campeonatos de fitness, tendo se qualificado, inclusive, para o
Fitness Olympia em 2004.
A seguir, algumas fotos da atleta:
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F O N T E S:
Para saber mais sobre Mindi O'Brien, visite o link http://www.mindiobrien.com/
FOTOS:
Site oficial.
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| Hipertrofia sarcoplasmática x miofibrilar, por Paulo Gentil |
[Existem basicamente dois tipos de hipertrofia:
sarcoplasmática e miofibrilar. A primeira é muito vista em fisiculturistas e
atletas que treinam com repetições mais elevadas (maiores que 10), sendo uma de
suas características básicas o aumento de volume com pequeno aumento de força,
desta forma fica claro que a hipertrofia sarcoplasmática se manifesta em um
aumento do líquido e demais organelas do sarcoplasma, que não as miofibrilas. Já
a hipertrofia miofibrilar é mais vista em levantadores de peso, os quais treinam
com repetições mais baixas (normalmente abaixo de 6), este tipo de hipertrofia
manifesta-se morfologicamente como um aumento da densidade miofibrilar (aumento
do tamanho do volume das miofibrilas) sem um aumento correspondente das demais
organelas, desta forma há um ganho mais significativo de força.]
Em princípio este parágrafo está de acordo com o senso comum... mas onde se
comprova que isso é verdade? Onde se explica isso de forma convincente?
A divisão de hipertrofia em dois tipos é um dogma tão antigo e repetido que já é
aceito como verdade absoluta, porém esta visão simplista não encontra
fundamentos e em grande parte de suas bases colide fortemente com as descobertas
e conceitos científicos atuais.
Músculo cardíaco
A diferença na alteração da densidade miofibrilar é comumente verificada em
corações de animais (MEDUGORAC, 1976), mas mesmo nesses casos ainda há
controvérsias, com alguns estudos verificando o contrário (MATTFELDT et al,
1986; EVERETT et al 1975). A diferença pode estar no protocolo empregado, pois a
maioria dos estudos que verificaram alterações nas densidades dos componentes
ultraestrutturais induziram condições patológicas ou foram feitos em corações
com degenerações patológicas (FITZL et al, 1998), enquanto os outros utilizaram
um programa de exercícios mais equilibrado.
A ocorrência de uma "hipertrofia sarcoplasmática" como condição patológica
também foi verificada em corações humanos hipertrofiados em razão de uma
patologia na válvula da aorta, onde constatou-se que as células destas pessoas
possuíam menor densidade miofibrilar e maior volume de liquido sarcoplasmático (SCHAPER
et al, 1981)
Densidade de organelas
Pesquisadores da Universidade de McMaster (Canadá) realizaram um estudo para
verificar as alterações nas fibras musculares em resposta a diferentes tipos de
treino. A amostra era composta por 4 grupos: atletas de força (levantadores de
peso e fisiculturistas), atletas de endurance (maratonistas), pessoas ativas
(esportes recreativos) e sedentários, a análise envolveu tanto fibras tipo I
quanto tipo II do tríceps sural. De acordo com os resultados as fibras
musculares eram 2,5- 1,7- e 1,6 vezes maiores em atletas de força, atletas de
endurance e pessoas ativas, respectivamente, em relação ao grupo controle.
Apesar desta grande diferença de tamanho, os volumes relativos do reticulo
sarcoplasmático, sarcoplasma e miofibrilas eram iguais em todos os grupos e
entre os dois tipos de fibra. De todas as organelas estudadas a única que
mostrou ter sua quantidade relativa alterada foi a mitocôndria. Ou seja,
independente da fibra muscular ser de um atleta de força ou endurance,
independente das fibras serem tipo I ou tipo II, todas elas possuíam cerca de
81% de densidade miofibrilar e 11% de volume de líquido sarcoplasmático. Ora, se
a suposição é que o treino de força com cargas elevadas aumente a densidade
miofibrilar e reduza o volume de líquido sarcoplasmático, seria de se esperar
que os atletas de endurance possuíssem densidade miofibrilar reduzida e maior
volume relativo líquido, assim como poderia se esperar que esta relação fosse
diferente entre os dois tipos de fibra, porém nenhuma das suposições se
confirmou.
Estudos longitudinais parecem corroborar com os resultados do grupo de ALWAY. Em
1986 BRZANK & PIEPER submeteram um grupo de estudantes a 5 semanas de
treinamento de força explosiva, obtendo hipertrofia das fibras tipo I (20%) e
tipo II (24%). Porém os autores verificaram que o aumento da secção transversa
não é relacionado a nenhuma mudança na proporção dos volumes dos componentes
celulares (miofibrilas e sarcoplasma). Estes autores inclusive fazem uma
afirmação controversa: "ao contrário de atletas de endurance e pessoas não
treinadas, os atletas de potência mostram maiores valores de densidade de volume
sarcoplasmático em suas fibras musculares", ou seja, justamente o contrário do
que se prega.
WANG et al (1993) realizaram um estudo mais longo que o anterior. Nesta pesquisa
se utilizou um treino de força com altas repetições por 18 semanas e obteve-se
aumento tanto do volume absoluto das miofibrilas quanto do volume
intermiofibrilar sem, no entanto, ocorrerem alterações nos seus volumes
relativos, levando os autores a concluir que o treino de repetições elevadas
ocasiona um aumento dos componentes da fibra muscular proporcional ao aumento da
própria fibra.
Existe um estudo produzido por pesquisadores da Universidade McMaster (Canadá)
que por vezes é citado como base para a diferenciação da hipertrofia em dois
tipos. Nesta pesquisa comparou-se amostras retiradas do tríceps braquial de um
grupo de atletas que possuíam elevados níveis de hipertrofia (fisiculturistas e
levantadores de peso) com pessoas que praticavam musculação há 6 meses. De
acordo com os resultados, o volume miofibrilar era significativamente menor
(73,2% em comparação com 82,5%) e o volume citoplasmático maior (24,1% contra
14,8%) em atletas de força do que pessoas que treinam há 6 meses.
Porém há um pequeno detalhe nesta pesquisa: dos sete atletas da amostra, seis
afirmaram estar usando ou terem usado esteróides anabólicos androgênicos
regularmente, enquanto ninguém do grupo controle o fazia. Neste estudo os
autores ficaram surpresos com "anormalidades" como: grande número de núcleos no
centro da célula (os núcleos normalmente ficam na periferia), proliferação de
tecido gorduroso e aumento anormal do espaço citoplasmático. Uma das hipóteses
sugeridas pelos autores é que o uso de esteróides ocasionou tais efeitos, assim
como ocasionou a retenção de fluídos, (fato já verifica em animais por APPELL et
al, 1983) o que por sua vez dissolveu as proteínas miofibrilares. É interessante
notar que o volume miofibrilar encontrado nesse estudo é expressivamente baixo
em relação às demais pesquisas feitas (mesmo em pesquisas feitas na mesma
Universidade e com os mesmo autores), mais um fato que gera espanto e impulsiona
as conclusões para uma condição patológica.
A questão da diferenciação de hipertrofia, desta forma estaria associada a uma
condição patológica e não meramente a uma adaptação corriqueira de treinos
diferenciados.
Como a densidade se mantém constante
A densidade constante dos componentes protéicos pode estar relacionada também à
densidade do número de núcleos, pois quando uma fibra hipertrofia há um aumento
compensatório no número de núcleos, tendo em vista a aparente necessidade de se
manter uma determinada quantidade de material genético para atender as
necessidades da célula (ROLAND et al, 1999; KADI & THORNELL, 2000). Isto nos
leva a especular que o aumento proporcional de material genético origine uma
manutenção da densidade das organelas em um segundo momento. HUBBARD et al
(1975) encontraram um interessante padrão temporal de hipertrofia em seu estudo:
1) aumento do material genético; 2) aumento das proteínas sarcoplasmáticas
(praticamente concomitante com o anterior) e 3) aumento da densidade das
proteínas miofibrilares.
O único componente que foge a esta densidade constante é a mitocôndria tendo em
vista sua relativa independência genética e capacidade autônoma de se
multiplicar (há inclusive a suposição que a mitocôndria seja um ser vivo em
simbiose com nossas células).
De onde vem as adaptações diferenciadas em razão dos diferentes tipos de
treino?
A resposta provavelmente reside nos diversos pontos comprovadamente diferentes
entre pessoas treinadas em força ou resistência e relacionados à performance em
tarefas específicas (isto pode ser verificado de forma mais completa em bons
livros e artigos de treinamento), diante dos quais chega a ser ingênuo atribuir
os maiores ganhos de força em atletas que treinam com repetições baixas a uma
alteração morfológica fictícia. Dentre os fatores já verificados podemos citar
os seguintes:
Ganhos de força (ALWAY et al, 1988; SALE et al, 1983; KAMEN et al, 1983;
MILNER-BROWN et al, 1975; MAUGHAN et al, 2000):
- Coordenação inter e intra-muscular
- Bomba de cálcio
- Atividade da ATPase
- Velocidade de condução do impulso nervoso
- Sincronização de unidades motoras...
Ganhos na resistência (MACDOUGALL et al ,1979; LUTHI et al, 1986; TESCH et al,
1984; MAUGHAN et al, 2000).
- Volume de mitocôndrias
- Densidade capilar.
- Atividade de enzimas oxidativas e glicolíticas e outras...
Isto obviamente sem falar de condições genéticas que predispõem um indivíduo a
ter maior capacidade de realizar força em determinados movimentos como: sistema
de alavancas favorável (inserção de tendões, comprimento de membros...),
estruturas osteo-articulares (capacidade de ossos e articulações em suportar
carga...), vantangens neurais (espessura dos axônios, características da bainha
de mielina...) e outras. Desta forma podemos concluir que a diferença entre um
fisiculturista e e um halterofilista, ou entre qualquer outros tipos de atleta
de alto nível, não é somente em decorrência do treinamento, mas também em
decorrência de sua predisposição biológica.
Considerações finais
A divisão de hipertrofia em dois tipos é um dogma tão antigo e repetido que já é
aceito como verdade absoluta, porém esta visão simplista não encontra
fundamentos e em grande parte de suas bases colide fortemente com as descobertas
e conceitos científicos atuais.
Esta divisão provavelmente era usada como artifício didático pelos soviéticos,
os quais normalmente mostram uma visão sistêmica do treinamento, porém ao
traduzir e transferir estes conceitos para a cultura ocidental, ele foi
acomodado à nossa visão mecanicista e fragmentada, tornado-se um conceito
incrivelmente agradável para o cartesianismo, porém totalmente contraditório com
a visão sistêmica, e sem embasamento científico. O ser humano parece ter uma
enorme propensão a gostar de explicações fáceis de obter e que ao mesmo tempo
aparentam ser difíceis, mesmo que elas sejam erradas. Distinguir dois tipos de
hipertrofia, dando-lhes nomes complexos certamente soa interessante e "técnico",
porém uma mentira repetida mil vezes não se tornará verdade, por mais bonita e
agradável que ela possa parecer.
Para ler o artigo completo,
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| Enciclopédia de Fisiculturismo e Musculação |
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Título: Enciclopédia de Fisiculturismo e Musculação Autor: ARNOLD SCHWARZENEGGER Sinopse: Enciclopédia de fisiculturismo e musculação, 2ª edição, é uma fonte de consulta planejada tanto para iniciantes na categoria, como fisiculturistas em nível de competição, atletas que buscam melhorar seu desempenho, estudantes ou indivíduos que simplesmente querem melhorar a aparência e ficar mais saudáveis. Foi reunido nesta obra o vasto conhecimento que Arnold Schwarzenegger acumulou ao longo de seus mais de 35 anos de experiência em fisiculturismo, sendo informações que servirão a todo interessado no assunto. O treinamento de força é abordado considerando-se as influências ambientais e genéticas, as diferentes faixas etárias dos praticantes, o sexo, bem como observando-se aspectos relativos à nutrição e psicológicos do indivíduo, à prevenção de doenças, entre outros.
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| Esteróides Anabolizantes – Parte 2, por Fernando Falabella Tavares de Lima |
ATENÇÃO: Toda a informação
contida neste site tem propósito exclusivamente educacional. NÃO
INCENTIVAMOS, de maneira alguma, a administração de substâncias anabólicas,
androgênicas ou qualquer outra droga. Este produto, se usado, deve obediência às
leis federais, estaduais ou locais. Compete ao usuário obedecer a todos os
comandos legais. Dessa forma, não assumimos qualquer responsabilidade
pelo mau uso deste produto ou por quaisquer danos que ele possa causar.
Verifique a extensa lista de efeitos colaterias indesejados e NUNCA deixe
de consultar um médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento.
Há alguns anos atrás escrevi um pequeno texto sobre os
esteróides anabolizantes, sem grandes pretensões, como forma de divulgação de
informações corretas e científicas, numa linguagem clara e objetiva. Para minha
surpresa, tal artigo obteve um grande índice de leitores no site do Núcleo de
Estudos e Temas em Psicologia – NetPsi. Considero, então, conveniente uma
segunda vista na temática, através desta atualização.
Sabe-se que o abuso de anabolizantes vem desde a década de cinqüenta, mas foi no
final da década de noventa que o número de atletas e jovens em geral que fazem
uso dessas drogas aumentou sensivelmente.
Todos sabem que há riscos envolvidos no uso abusivo de qualquer droga, inclusive
dos esteróides, mas sempre é bom lembrar que, neste caso, há danos sérios como:
ataques do coração, problemas hepáticos, mudanças não desejadas no corpo, além
do risco de infecções como a Hepatite B e C, e o vírus HIV, causador da AIDS.
Lembremos que os esteróides são uma família de substâncias sintéticas
relacionadas aos hormônios sexuais masculinos, andrógenos, que provocam o
crescimento da musculatura esquelética e o desenvolvimento de características
sexuais masculinas. Há mais de cem tipos de esteróides, mas todos deveriam ser
utilizados com acompanhamento médico. Tanto entre adolescentes quanto entre
adultos, o uso é mais freqüente em homens. Mas, são as mulheres jovens o setor
que mais cresce em termos de uso dessas drogas.
As pessoas abusam de esteróides em busca de melhorias no rendimento esportivo,
para aumentar a musculatura e/ou reduzir a gordura corpórea. Algumas vezes são
tomadas doses em forma de “pirâmide”, ou seja, em ciclos de seis a doze semanas.
A dosagem vai sendo aumentada ao longo do ciclo. Quando chega na metade do
ciclo, as doses vão sendo diminuídas e se reduzem até chegar a zero. Porém,
convém destacar que os objetivos desejados, muitas vezes não são alcançados. Há
riscos de efeitos secundários adversos: aparecimento de acne, desenvolvimento de
seio nos homens e aparecimento de barba nas mulheres. Claro que a maioria desses
efeitos podem ser revertidos quando a pessoa para de abusar, mas há efeitos que
podem ser permanentes. Daí a necessidade de se consultar um médico e de se
avaliar qual é a necessidade (psíquica) que embasa a escolha por essas drogas.
Fala-se bastante sobre a redução do esperma no homem e da redução dos
testículos. Efetivamente, ocorre a atrofia testicular e a diminuição dos
espermatozóides, mas se tratam de efeitos reversíveis. Porém, a calvície e o
desenvolvimento de seios (ginecomastia) são efeitos irreversíveis. Não se sabe
ao certo a causa do desenvolvimento de seios, mas segundo a NIDA , trata-se de
um desequilíbrio hormonal. No caso das mulheres, além do engrossamento da voz,
há um aumento no tamanho do clitóris e uma masculinização do corpo, com a
diminuição dos seios e dos níveis de gordura corporal.
Estudos da NIDA indicam que altas doses de esteróides estão associadas ao
aumento do nível de agressividade e de irritabilidade dos usuários. Também se
sabe, que em algumas pessoas, o uso de esteróides provocam outros efeitos
comportamentais: euforia, aumento da energia e excitação sexual, falta de
memória, mudanças no estado de humor.
Os esteróides são drogas que causam dependência e síndrome de abstinência em
quem deixa o uso. Mudanças no ânimo, insônia, fadiga, perda de apetite,
diminuição do desejo sexual e vontade excessiva de regressar ao uso da droga,
são alguns dos sintomas da crise de abstinência da droga.
Sugere-se que o tratamento para quem quer deixar o uso seja feito por um médico
e por um psicólogo. Em alguns casos, pode-se fazer uso de remédios para auxiliar
na diminuição do mal estar da abstinência. Evidencia-se, então, o grande risco
que pode ser o início descuidado do uso de tais substâncias.
Para maiores informações, consulte o site:
www.steroidabuse.org
ou www.clubdrugs.gov.
Fonte: Artigo publicado no portal NetPSI em 2004 -
http://www.netpsi.com.br/artigos/170604_esteroides2.htm
Caso necessite de informações detalhadas sobre o uso de anabolizantes no mundo esportivo, as drogas que são administradas aos atletas, a forma de administração e outros detalhes curiosos, adquira livros sobre o assunto. Nunca se baseie em apenas uma fonte, diversifique sua pesquisa, analise as posições de vários autores. A seguir, pequena seleção de livros sobre anabolizantes:
DICA: não tome anabolizantes! Existem diversos suplementos
alimentares que podem aumentar sua performance naturalmente! Um desses
suplementos é o ANABOLIC ANIMAL PACK, oferecido pela loja CorpoPerfeito:
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ATENÇÃO: Não vendemos anabolizantes nem incentivamos o uso
indiscrimado dessas substâncias. Sempre consulte um médico antes de tomar
qualquer medicamento. Por favor, NÃO envie emails solicitando tabela de preços
ou informações sobre vendedores.
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| Myoplex da EAS |
Enviada: 25 Fev 2005 19:48 Assunto: Myoplex da EAS
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Alguém já tomou?? É melhor do que comprar Whey Protein???
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