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| Derek Anthony |
Derek Anthony começou sua vida de fisiculturista aos 17 anos de idade. Desde então ele tem se dedicado muito para o esporte: alimentação, treinamento e descanso, sem falar no treinamento duro! Com apenas 22 anos, já é um grande fisiculturista.
A seguir, algumas fotos desse atleta internacionalmente conhecido no Fisiculturismo:



F O N T E S:
Para saber mais sobre Derek Anthony, visite o link http://www.derekanthony.com
FOTOS:
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| Teste de uma repetição máxima (1RM). Por que fazer?, por Paulo Gentil |
Teste de uma repetição máxima (1RM). Por que fazer?
O teste de uma 1 RM (uma repetição máxima) tem o objetivo de encontrar a carga
máxima com que o indivíduo conseguiria realizar apenas uma repetição de
determinado exercício.
Dentre as supostas limitações do teste está o seu uso em crianças, idosos e
cardiopatas. Justificando sua aplicabilidade está o (suposto) papel essencial na
prescrição de exercícios, para se determinar uma carga "ideal" de treino. O
interesse pelo 1RM é tamanho que já foram formuladas algumas dezenas de fórmulas
para descobrir o seu valor, sem que seja necessária a realização do esforço
máximo propriamente dito.
Apesar das opiniões correntes, algumas observações podem ser feitas em relação
às suas limitações e aplicabilidade.
- Limitações
Crianças
É comum ouvir que a estrutura biológica de uma criança não estaria pronta para
receber a sobrecarga imposta pelo teste de 1RM. No entanto deve-se ter em mente
que o teste de 1RM em crianças não envolverá 100 kg de supino ou 200 kg de
agachamento. O teste será adaptado à capacidade de cada um. Certamente os
esforços suportados pela "frágil" estrutura infantil durante o teste de 1RM
serão muito menores e mais controlados que os encontrados no seu dia a dia, como
pular de grandes alturas, carregar outros colegas ou até mesmo correr enquanto
brinca de pique-pega.
Pesquisadores da Universidade de Massachusetts, realizaram um experimento com
aproximadamente 100 crianças, com idade média de nove anos, para avaliar a
eficiência e segurança do teste de 1RM. Foram testados os membros superiores
(era escolhida uma variação do supino reto, em pé ou sentado) e inferiores (extensão
de joelhos ou pressão de pernas). Todo o procedimento foi acompanhado por
profissionais qualificados e realizado em condições controladas, inclusive com
exames para detectar condições patológicas presentes antes do experimento. De
acordo com os resultados, e ao contrário do senso comum, nenhuma das crianças se
machucou e todas toleraram muito bem os testes (FAIGENBAUM et al, 2003), levando
à conclusão que o procedimento é seguro para crianças quando realizado
corretamente.
Idosos
Outro grupo que se tem contra-indicado o uso do teste de 1RM são os idosos. Em
1995, pesquisadores da divisão de geriatria do Hospital Universitário da
Philadelphia acompanharam a realização do teste de 1RM em cinco exercícios:
supino reto, extensão de joelhos, flexão de tronco, rosca bíceps, e flexão
plantar sentado. Para analisar os resultados de forma mais controlada os grupos
foram divididos quanto ao seu estado de treinamento: Grupo 1 (sem experiência
com treinamento de força), Grupo 2 (menos de seis meses de experiência) e Grupo
3 (mais de seis meses de experiência). Ao final do estudo verificou-se que
apenas dois indivíduos, de um total de oitenta e três, relataram algum tipo de
lesão. Como essas pessoas eram do Grupo 1 (sem experiência em treinamento), os
pesquisadores relataram que o teste de 1RM é seguro em idosos, devendo-se tomar
maiores cuidados na sua realização em idosos sem vivências no treinamento de
força (SHAW et al, 1995). A única reclamação freqüente foi a dor muscular tardia,
apresentada em mais da metade dos casos.
Pacientes em reabilitação
O grupo de KAELIN et al (1999) acompanhou as respostas cardiopulmonares, dores
musculares e lesões durante a realização do teste de 1RM em pacientes em
reabilitação pulmonar, devido à doença pulmonar obstrutiva crônica. De acordo
com os resultados, todas as respostas foram normais, incluindo pressão sangüínea,
saturação de oxigênio e dispnéia, concluindo que, sob supervisão e orientação
adequada, esses pacientes podem ser submetidos seguramente ao teste de 1RM.
Em 1999 houve um estudo similar envolvendo pacientes em reabilitação cardíaca. A
amostra era composta por 74 pacientes com risco variando de alto a baixo, sendo
que nenhum deles havia feito o teste de 1RM antes. De acordo com os resultados,
não houve nenhuma lesão associada ao teste, assim como não foi verificada
nenhuma alteração patológica nos fatores cardiovasculares analisados (BARNARD et
al, 1999). Novamente os autores concluem que o teste pode ser realizado na
população estudada, desde que realizado corretamente.
Eficiência
Vimos então que realizar o um esforço máximo é seguro, mesmo em populações
fragilizadas, mas isto não significa que o teste tenha utilidade para todas elas,
ou mesmo para qualquer delas. Por mais que seja seguro, qual a finalidade de se
realizar tal procedimento? O leitor agora pode estar confuso... pois eu gastei
algumas linhas para mostrar a segurança do teste de 1RM e agora venho questionar
sua aplicabilidade?
Devemos ser realistas quanto aos aspectos que envolvem o teste de 1RM e sua real
necessidade. Primeiramente temos que estar cientes que a força é manifestação de
um sistema não linear, sendo influenciada por diversos fatores. Isto significa
que ela não tem uma manifestação estática totalmente previsível, podendo ser
afetada por incontáveis situações, desde estado psicológico até a hora do dia.
Obviamente há uma "janela de previsibilidade", mas não podemos prever
precisamente como ela se comportará. Isto significa que seu 1RM hoje, pode não
ser o mesmo que será amanhã ou seria ontem, ou mesmo daqui há duas horas. Como
poderemos então dizer para alguém realizar determinada porcentagem de 1RM se
isto não é confiável?
Além desta variação intra-amostra, há uma limitação, talvez maior, quando saímos
da especificidade do teste. Em 1990, HOEGER et al (1990) conduziram um estudo
para verificar a quantidade de repetições que se conseguiria realizar com 40%,
60% e 80% de 1RM em sete exercícios: flexão de cotovelos, extensão de joelhos,
supino, flexão de tronco, flexão de joelhos, puxada, pressão de pernas. A
amostra era dividida em 4 grupos: mulheres não-treinadas (n = 40), mulheres
treinadas (n = 26), homens não-treinados (n = 38), homens treinados (n = 25). Os
testes com as diferentes cargas foram realizados de forma randômica, separados,
no mínimo por uma semana, para evitar os efeitos da fadiga e treinabilidade. Os
resultados mostraram grandes diferenças entre os exercícios, entre os sexos e
entre o estado de treinamento, fazendo os autores afirmarem que não se pode
assumir que um determinado número de repetições seja associado com uma
determinada porcentagem de 1RM, assim como não se pode generalizar a predição de
1RM entre indivíduos ou exercícios, com base no número de repetições realizadas.
Derrubando o mito das porcentagens de 1RM e mostrando a inutilidade dos testes
de predição de carga máxima.
Com base nestes e outros dados, vemos que a utilização do teste de 1RM para
prescrições de séries de musculação (visando hipertrofia, força ou qualquer
outro resultado) tem as seguintes limitações
- Variações entre grupamentos musculares
A massa muscular envolvida no exercício pode ter influencia direta no número de
repetições realizadas, pois grupamentos musculares menores provavelmente
oferecem maior obstrução ao fluxo sangüíneo, facilitando a fadiga, além disso,
movimentos multiarticulares podem retardar a queda na performance por promover
alternância entre mais unidades motoras, inclusive de outros grupamentos
musculares.
Ao utilizar 40% da carga máxima, por exemplo, homens treinados conseguiram
realizar uma média de 77 repetições de pressão de pernas, mas apenas 24 de
flexão de joelhos (HOEGER et al, 1990).
Outro exemplo pode ser dado com 80% de 1RM, com esta carga, mulheres treinadas
conseguem realizar 22 repetições de puxada por trás, no entanto a média de
flexão de pernas fica em 5 repetições (HOEGER et al, 1990). Ou seja, um treino
tradicional com 80% de 1RM poderia servir tanto para ganhos de força pura, como
para ganhos de endurance. Se fossemos levar em conta os resultados de CAMPOS et
al (2002) veríamos que 80% de 1RM no leg press, não seria uma carga adequada
para de promover hipertrofia com um treino tradicional, como é comumente
proposto.
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Verifique a extensa lista de efeitos colaterias indesejados e NUNCA deixe
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Laurabolin é um esteróide veterinário injetável, contendo a droga contendo a
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Enviada: 21 Mar
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