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| Jamo Nezzar |
Jamo Nezzar, ou melhor, Djamchid Nezzar é um atleta profissional da IFBB, além de personal trainer. Há mais de 19 anos Jamo tem se dedicado ao fisiculturismo. O atleta já foi capa de mais de 21 revistas sobre musculação no mundo inteiro. Quando adolescente Jamo praticou windsurfing e futebol, porém, passou a se dedicar à dança, acreditando que seria um dançarino profissional. Um dia, numa praia, um sujeito lhe sugeriu que entrasse para o mundo do fisiculturismo, uma vez que já era musculoso sem praticar musculação, tendo desenvolvido massa muscular apenas dançando.
Depois de experimentar algumas sessões de treinamento, Jamo não conseguiu mais parar de malhar. Abandou a faculdade de medicina na Argélia e se mudou para a Inglaterra com o intuito de se tornar um grande fisiculturista. Conseguiu, a partir de então, conquistar diversos títulos importantes. Seus fisiculturistas prediletos são Flex Wheeler, Dorian Yates e Kevin Levrone. Lee Labrada também lhe trouxe muita inspiração e ensinamentos.
A seguir, algumas fotos do atleta:
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F O N T E S:
Para saber mais sobre Jamo Nezzar, visite o link http://www.musclejam.com/
FOTOS:
Site oficial.
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| Musculação e emagrecimento, por Paulo Gentil |
Como já dissemos em outra ocasião, o dogma de aeróbios e
perda de gordura não passa de um equívoco. A utilidade destas atividades é
extremamente limitada e dever ser complementada, ou mesmo substituída, por
exercícios mais específicos e eficientes. Junto com as modalidades citadas ao
final do artigo "A verdade sobre aeróbios e emagrecimento", a musculação pode
ser tida como uma das melhores opções em todos os aspectos, desde prevenção de
patologias, ganho de massa muscular, tratamento de enfermidades, e, claro,
redução da gordura corporal.
Existem estudos a favor da musculação com mais de 30 anos de idade. No livro
“Fundamentos do Treinamento de Força Muscular”, FLECK & KRAEMER (1999), cita
estudos de 1970. Muitos trabalhos encontraram bons resultados com musculação há
mais de duas décadas como os publicados em 1978 por GETTMAN et al, WILMORE &
GRIMDITCH et al, WILMORE & GIRANDOLA et al. e GETTMAN et al , publicado em 1979.
Redução de gordura.
Em 1992, BROEDER e outros autores realizaram um trabalho de 12 semanas na
Universidade do Texas onde usaram treinamento aeróbio de baixa intensidade ou
musculação. O grupo que treinou endurance obteve perda de gordura, sem
alterações na massa magra, já o treino com pesos induziu tanto um aumento na
massa magra quanto redução na gordura corporal. Em 1997, o mesmo grupo acima
(agora com a presença de Volpe) publicou um estudo com os mesmo resultados.
Outro estudo interessante foi feito por BRYNER et al (1999), no qual se
compararam os efeitos do treinamento com pesos ao aeróbio juntamente com uma
dieta de 800 kcal. O grupo das atividades aeróbias se exercitou 4 vezes por
semana durante uma hora. O grupo da musculação só exercitava-se três vezes por
semana em 10 exercícios chegando a quatro séries de 8-15 repetições. Os
resultados: os grupos obtiveram ganhos similiares em VO2 máx e, apesar de ambos
perderem peso, os exercícios aeróbios causaram perda de massa magra (cerca de 4
quilos!) o que causou redução no metabolismo de repouso de +/- 200 kcal. Ao
contrário da inconveniência dos resultados obtidos com treinamento de endurance,
a musculação preservou a massa magra e metabolismo de repouso.
GELIEBTER e outros autores também conduziram um experimento no qual se comparou
o efeito do treinamento aeróbio com o da musculação nas alterações da composição
corporal de indivíduos moderadamente obesos. Ao final de 8 semanas ambos os
grupos obtiveram uma perda de peso de 9 quilos em média, porém somente o grupo
que treinou com pesos conseguiu atenuar a perda de massa magra. (GELIEBTER et
al, 1997)
Em 1999, Kraemer, e outros nomes notórios como Volek e o finlandês Keijo
Hakkinen, fizeram um estudo de 12 semanas no qual a amostra foi dividida em três
grupos: dieta, dieta + exercício aeróbios e dieta + treino de força. Ao final da
pesquisa todos os grupos conseguiram reduzir o peso, sendo a menor perda para o
grupo de exercícios aeróbios. Do peso perdido, o grupo que praticou a musculação
perdeu 97% em gordura, contra 78% para exercícios aeróbios + dieta e 69% para a
dieta somente, sendo que este último perdeu uma quantidade significativa de
massa magra (KRAEMER et al, 1999).
Manutenção ou elevação do metabolismo.
Quando se realizam intervenções com o objetivo de reduzir o peso, um dos maiores
problemas que se encontra é diminuição do metabolismo de repouso, ou seja,
passa-se a utilizar menos energia, facilitando a recuperação da gordura perdida.
Como vimos no artigo sobre exercícios aeróbios (A verdade sobre aeróbios e
emagrecimento), atividades intensas produzem maiores gastos calóricos e
elevações na taxa metabólica de repouso por tempo e magnitude proporcionais a
intensidade da atividade, a musculação pode ser orientada para ter
característica intervaladas de alta intensidade e trazer os benefícios citados
anteriormente. O mesmo serve ao treinamento com pesos conforme verificado por
MELBY et al, (1993), GILLETTE et al (1994), HALTOM et al (1999), OSTERBERG &
MELBY (2000). Neste último estudo, os autores verificaram utilização de gordura
até 62% acima do “normal”, mesmo 14 horas após a musculação!
Apesar do que muita gente crê, o fato de se ter um bom condicionamento aeróbio
em nada ajuda o seu metabolismo, pois o condicionamento aeróbio em si nada tem a
ver com o gasto de energia no metabolismo de repouso. (BINGHAM et al, 1989;
BROEDER et al, 1992, WILMORE et al, 1998). Pode-se correr na esteira a vida
interia e até mesmo se tornar um maratonista que o metabolismo permanecerá
igual, a menos que se ganhe massa muscular! Ressaltando, a maioria das
evidências sugere que o metabolismo basal é relacionado à quantidade massa magra
(BINGHAM et al, 1989; BROEDER et al, 1992; BURKE et al, 1993). Aqui reside uma
inigualável vantagem do treino com sobrecargas, a capacidade de reduzir a
gordura corporal e simultaneamente manter ou até mesmo aumentar a massa
muscular, o que evita ganhos futuros de peso, melhora a estética e parâmetros
funcionais, principalmente na força, coisas que os exercícios aeróbios não fazem
(HUNTER et al 1998).
Além do ganho de massa magra há estudos mostrando alterações metabólicas
interessantes como maior utilização de energia por unidade de massa magra,
revelando que a elevação do metabolismo de repouso advindo do treinamento com
pesos vai além do ganho de massa magra. Outro dado interessante é a queda do
quociente respiratório, demonstrando maior utilização de gordura em repouso (HUNTER
et al, 2000).
Esta hipótese tem sido muito discutida atualmente dada à baixa relevância que a
massa muscular pode ter no metabolismo basal (os cálculos que fiz trazem algo em
torno de 50 kcal por quilo de massa magra), porém, em casos extremos, os valores
de massa muscular podem chegar a quantidades elevadas, ganhado significância.
Conclusões
Comprovadamente a musculação é um excelente meio de reduzir o percentual de
gordura, mas os benefícios não se resumem a mera diminuição no tecido adiposo. O
treinamento com pesos estimulará a síntese de proteínas musculares melhorando
sua estética e as funções do aparelho locomotor. Além disso, os benefícios
obtidos com o uso de exercícios resistidos serão mais duradouros devido à
manutenção e até mesmo elevação do metabolismo de repouso, que parece ser
relacionado com a massa muscular.
Enfim, tendo em vista os inúmeros benefícios proporcionados pelos exercícios com
pesos é recomendável que se perca o medo da sala de musculação e descubra as
maravilhas que lá o esperam. A monotonia ou a falta de tempo não serão
problemas, pois o bom professor saberá organizar um treino que seja totalmente
adequado a sua disponibilidade e personalidade, a questão chave está em se
exercitar sob uma supervisão competente.
Nesse texto a referência principal foi a musculação, mas os mesmos benefícios
podem ser obtidos com modalidades em grupo como a ginástica localizada (a
verdadeira, montada por professores competentes, e hidroginástica (que pode ser
bastante intensa, se elaborada com esta finalidade). Diversos estudos citados
utilizaram treinamentos em circuito, que se aproximam muito da metodologia usada
nas aulas em grupo (observação: não confunda isto com realizar 100 repetições de
cada movimento ou passar de 4 a 5 minutos exercitando um grupamento muscular sem
descanso, os questionáveis resultados estéticos destas metodologias em nada tem
a ver com a proposta deste texto).
Além destas vantagens a musculação também poderia ser organizada de modo a se
aproximar de um treino intervalado, modalidade extremamente eficiente na redução
da quantidade de gordura corporal, como mostrado no texto A verdade sobre
aerobios e emagrecimento
Para ler o artigo completo,
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| CLA (90 softgels) da EAS |
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| Enciclopédia de Fisiculturismo e Musculação |
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Título: Enciclopédia de Fisiculturismo e Musculação Autor: ARNOLD SCHWARZENEGGER Sinopse: Enciclopédia de fisiculturismo e musculação, 2ª edição, é uma fonte de consulta planejada tanto para iniciantes na categoria, como fisiculturistas em nível de competição, atletas que buscam melhorar seu desempenho, estudantes ou indivíduos que simplesmente querem melhorar a aparência e ficar mais saudáveis. Foi reunido nesta obra o vasto conhecimento que Arnold Schwarzenegger acumulou ao longo de seus mais de 35 anos de experiência em fisiculturismo, sendo informações que servirão a todo interessado no assunto. O treinamento de força é abordado considerando-se as influências ambientais e genéticas, as diferentes faixas etárias dos praticantes, o sexo, bem como observando-se aspectos relativos à nutrição e psicológicos do indivíduo, à prevenção de doenças, entre outros.
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| Definição de Doping - Comitê Olímpico Brasileiro |
ATENÇÃO: Toda a informação
contida neste site tem propósito exclusivamente educacional. NÃO
INCENTIVAMOS, de maneira alguma, a administração de substâncias anabólicas,
androgênicas ou qualquer outra droga. Este produto, se usado, deve obediência às
leis federais, estaduais ou locais. Compete ao usuário obedecer a todos os
comandos legais. Dessa forma, não assumimos qualquer responsabilidade
pelo mau uso deste produto ou por quaisquer danos que ele possa causar.
Verifique a extensa lista de efeitos colaterias indesejados e NUNCA deixe
de consultar um médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento.
Definição de doping
Considera-se como doping a utilização de substâncias ou métodos capazes de
aumentar artificialmente o desempenho esportivo, sejam eles potencialmente
prejudiciais à saúde do atleta ou a de seus adversários, ou contra o espírito do
jogo. Quando duas destas três condições estão presentes, nós temos o doping, de
acordo com o Código da Agência Mundial Antidoping. (AMA).
O Código da AMA foi já aprovado tanto pelos distintos setores do Movimento
Olímpico como pelas Autoridades Públicas dos cinco continentes, e entrou em
vigor no dia 1º de janeiro de 2004, propiciando uma harmonização de regras e
procedimentos. O doping contraria os princípios fundamentais do Olimpismo, do
esporte, e da ética médica. É proibido, como também o é recomendar, propor,
autorizar, relevar ou facilitar o uso de qualquer substância ou método incluídos
nesta definição.
O progresso permanente da Farmacologia, da Medicina e das
Ciências do Esporte, faz surgir constantemente novas formas de incrementar
artificialmente
o desempenho, o que torna necessário uma legislação dinâmica, atual e
suficientemente abrangente. Aqueles que de alguma forma participam ativamente do
esporte de alto rendimento, como atletas, treinadores e médicos especializados,
devem buscar atualizar-se constantemente para evitar o uso acidental de
medicações que possam ocasionar uma infração da regra de doping.
O objetivo desta publicação é oferecer a possibilidade de uma consulta rápida
para saber se um determinado produto, produzido no Brasil ou no exterior, pode
ser utilizado durante uma competição esportiva ou fora dela, sem risco de
sanções por uso de substância ou método proibido.
Tipos de controle antidoping existentes
O controle de doping pode ser realizado em sangue ou urina. Existem basicamente
dois tipos de controle antidoping:
Controle em competição
O controle “em competição” é realizado imediatamente após o término de uma
competição esportiva.
Controle fora de competição
O controle “fora-de-competição” pode ser efetuado a qualquer momento, durante um
treinamento, na residência do atleta, e até mesmo algum tempo antes ou depois de
uma competição esportiva. As substâncias controladas nos dois tipos de testes
não são as mesmas. Enquanto o exame “em competição” inclui todo o universo de
classes e de métodos proibidos, o exame “fora-de-competição” é mais específico,
incluindo apenas os agentes anabolizantes, os hormônios peptídicos, alguns
beta-2 agonistas, os agentes com atividade anti-estrogênica e os mascarantes,
além de todos os métodos proibidos. Estimulantes, narcóticos analgésicos e
drogas sociais não são analisados neste tipo de controle.
Existe um terceiro tipo de teste, realizado imediatamente antes de uma
competição, que é característico do ciclismo e de alguns esportes de inverno,
como o esqui de fundo. Este controle é designado como “controle de saúde”, sendo
realizado apenas em sangue. O resultado pode eventualmente excluir o atleta de
uma prova sem que, no entanto, seja considerado como um controle positivo de
doping.
As normas que definem o que é doping, que descrevem os diferentes tipos de
controles, e que listam as substâncias e métodos proibidos ou restritos, estão
descritas no Código Mundial Antidoping, publicado pela AMA e aprovado pelo
Movimento Olímpico.
Autorização para uso terapêutico de substâncias restritas e proibidas
Eventualmente um atleta poderá vir a necessitar de uma medicação que possua na
sua formulação uma substância proibida, por razões de saúde e por indicação
médica. Atletas asmáticos, por exemplo, necessitam eventualmente usar Beta-2
agonistas ou corticosteróides, enquanto atletas hipertensos não podem muitas
vezes prescindir de um diurético, bem como atletas diabéticos
insulino-dependentes devem continuar usando insulina. Nestes e em outros casos,
torna-se necessário contatar a respectiva Confederação para solicitar uma
permissão especial, que poderá ser concedida após a análise do diagnóstico e da
indicação apropriada de um determinado medicamento.
Formulários especiais de Isenção para Uso Terapêutico (IUT), utilizados para
este tipo de solicitação, podem ser encontrados no Anexo ao final deste texto.
É importante que este processo seja realizado junto à autoridade médica
responsável antes da participação do atleta em uma competição, para que seja
evitado um controle eventualmente positivo. A declaração de uso de medicamentos,
feita rotineiramente durante um controle de doping, não atende aos requisitos de
um processo de autorização para uso de substâncias proibidas ou restritas.
A lista de substâncias e métodos proibidos da Agência Mundial Antidoping
Como já se viu, o Comitê Olímpico Internacional (COI) estabeleceu em 1967 uma
Comissão Médica para iniciar o controle de doping nos Jogos Olímpicos, que
começou suas atividades no ano seguinte, nos Jogos de Inverno de Grenoble e nas
Olimpíadas da Cidade do México. A partir de então, este controle foi
sistematicamente realizado pelo COI, por Associações Continentais de Comitês
Olímpicos e por algumas Federações Internacionais em seus principais eventos
esportivos.
Para orientar este controle, definindo o que pode ou não ser usado pelos
atletas, a AMA vai publicar anualmente, como um anexo do Código Mundial
Antidoping, a lista de substâncias e métodos proibidos, sempre na data de 1º de
janeiro. Este ano, pela primeira vez, a lista foi preparada exclusivamente pela
AMA, que será a única entidade responsável por sua publicação daqui em diante. O
termo “substâncias com estrutura química e efeitos farmacológicos
similares”, encontrado ao final das classes de estimulantes e dos diuréticos,
indica que a relação apresentada não é terminal e que substâncias com formulação
química ou ação terapêutica similar também não poderão ser usadas.
Lista de substâncias e métodos proibidos
A lista publicada na data de 1º de janeiro de 2004 e que estará vigente nos
Jogos Olímpicos de Atenas, é a seguinte:
SUBSTÂNCIAS E MÉTODOS PROIBIDOS EM COMPETIÇÃO
Substâncias proibidas
S1. Estimulantes
Os seguintes estimulantes são proibidos, incluindo seus isômeros óticos (D- e
L-), quando relevantes:
adrafinil, amifenazola, anfepramona, anfetamina, anfetaminil, benzfetamina,
bromantano, carfedon, catina*, clobenzorex, cocaína, dimetilanfetamina,
efedrina**, estriquinina, etilanfetamina, etilefrina, femproporex, fencanfamina,
fendimetrazina, fenetilina, fenfluramina, fenmetrazina, fentermina, furfenorex,
mefenorex, mefentermina, mesocarbo, metanfetamina, metilefedrina*,
metilenodioxianfetamina, metilenodioximetanfetamina, metilfenidato, modafinil,
niquetamida, norfenfluramina, parahidroxianfetamina, pemolina, prolintano,
selegilina e substâncias afins.
* catina é proibida quando sua concentração na urina é maior do que 5
microgramas por mililitro.
**efedrina e metilefedrina são proibidas quando sua concentração na urina é
maior do que 10 microgramas por mililitro.
Exemplos de medicamentos proibidos por conterem fármacos desta classe:
Acolde, Argyrophedrine, Efortil, Filinasma, Fastium, Ritalina, Subitan e Sulfato
de Efedrina.
Nota: As chamadas drogas de abuso, tais como cocaína e “ecstasy” (metilenodioximetanfetamina),
estão incluídas neste grupo. Esta lista de exemplos não é completa, sendo usada
apenas como referência. Os estimulantes atuam no sistema nervoso central do
atleta, fazendo que este não sinta a sensação de cansaço e possa assim render
muito mais.
S2. Narcóticos
Os seguintes narcóticos são proibidos:
Buprenorfina, dextromoramida, diamorfina (heroína), hidromorfona, metadona,
morfina, oxicodona, oximorfona, pentazocina e petidina.
Nota: Os medicamentos para diarréia Colestase e Lomotil contem difenoxilato, que
pode gerar a norpetidina.
Os narcóticos são analgésicos potentes e retiram a sensação de dor do atleta,
tornado-o apto ao jogo quando está lesionado, ainda que com grade prejuízo de
sua saúde.
S3. Canabinóides
Canabinóides (Exemplos: haxixe e maconha) são proibidos. Canabinóides são um
sério problema de saúde e segundo alguns autores não são compatíveis com o
espírito do jogo, sendo assim proibidos para atletas.
Nota: A maconha fica de 5 a 7 dias no organismo, assim como a cocaína, que
pertence ao grupo dos estimulantes.
S4. Agentes anabólicos
Agentes anabólicos são proibidos.
1. Esteróides Anabólicos Androgênicos (EAA):
a. EAA exógenos, incluindo mas não limitado aos seguintes compostos:
androstadienona, bolasterona, boldenona, boldiona, clostebol, danazol,
dehidroclorometiltestosterona, delta1-androsteno-3, 17-diona, drostanolona,
drostanediol, estanozolol, estembolona, fluoximesterona, formebolona, gestrinona,
4-hidroxitestosterona, 4-hidroxi-19-nortestosterona, mestenolona, mesterolona,
metandienona, metenolona, metandriol, metiltestosterona, mibolerona, nandrolona,
19-norandrostenodiol, 19-norandrostenodiona, norboletona, noretandrolona,
oxabolona, oxandrolona, oximesterona, oximetolona, quimbolona, 1-testosterona
(delta1-dihidro-testosterona), tetrahidrogestrinona (THG), trembolona e seus
análogos, Exemplos de medicamentos proibidos por conterem fármacos desta classe:
DHEA, Berotec, Dianabol, Deca-Durabolin, Longevit, Longevit Plus, Novaderm
(creme e creme ginecológico), Proviron, Trofodermin (creme e creme ginecológico)
e Winstrol.
Nota: Certifique-se de que sua parceira sexual não esteja utilizando produtos
vaginais que contenham fármacos proibidos, tais como Trofodermin e Novaderm.
b. EAA endógenos, incluindo mas não limitado aos seguintes compostos:
androstenodiol, androstenodiona, dihidroepiandrosterona (DHEA),
dihidrotestosterona, testosterona e seus análogos.
Exemplos de medicamentos proibidos por conterem fármacos desta classe:
Androxon, Durateston, Estandron P e Trinestril AP, Quando uma substância
proibida (como as listadas acima) for capaz de ser produzida pelo corpo
naturalmente, uma amostra será dita conter uma substância proibida quando a
concentração desta substância ou de seus metabólitos, ou marcadores, e/ou
qualquer relação relevante presente se desviar de valores normalmente
encontrados em humanos, e que não sejam consistentes com uma produção
endógena normal. A amostra não será considerada positiva se o atleta provar com
evidências de que a concentração da substância proibida, os seus metabólitos, ou
marcadores, e/ou razão relevante é atribuída à uma razão fisiológica ou
patológica. Em todos os casos, em qualquer concentração, o laboratório irá
reportar o achado adverso se, baseado em qualquer método analítico confiável,
puder demonstrar que a substância proibida é de origem exógena.
Se o resultado do laboratório não é conclusivo e nenhuma concentração como
reportada no parágrafo acima é encontrada, a Organização Antidoping responsável
deve conduzir uma investigação, caso exista uma indicação séria, como uma
comparação a perfis esteroidais de referência, para um possível uso de uma
substância proibida.
Se o laboratório reportar uma presença da razão T/E maior do que seis (6) para
um (1) em urina, uma investigação complementar será obrigatória, para que seja
determinado se esta razão é devida à uma condição fisiológica ou patológica.
Em ambos os casos, a investigação deverá incluir uma revisão de testes
anteriores, testes subseqüentes, bem como o resultado de uma investigação
endocrinológica. Se os testes anteriores não estiverem disponíveis, o atleta se
submeterá à uma investigação endocrinológica ou será testado sem aviso prévio
pelo menos três vezes dentro de um período de três meses. Se o atleta não
cooperar com a investigação, será considerado que sua amostra contém uma
substância proibida.
2. Outros agentes anabólicos:
Clembuterol e zeranol.
Para compreensão desta secção:
“exógeno” se refere a uma substância que não é capaz de ser produzida pelo corpo
naturalmente.
“endógeno” se refere a uma substância que pode ser produzida naturalmente pelo
corpo.
“análogo” é definido como “uma substância derivada de uma modificação ou
alteração de estrutura química de uma outra substância
e que possui um efeito farmacológico similar”.
Os agentes anabólicos aumentam a massa muscular e o peso de um atleta,
melhorando com isto, de uma maneira artificial, sua
força e sua potência.
S5. Hormônios peptídicos
As seguintes substâncias são proibidas, assim como seus miméticos e análogos:
1. Eritropoietina (EPO)
A EPO regula o número de glóbulos vermelhos no sangue. É produzida pelos rins e
atua ao nível da medula óssea, estimulando a produção de glóbulos vermelhos. Seu
uso no esporte visa aumentar a oxigenação dos tecidos musculares, o que é
especialmente importante nas modalidades aeróbicas.
2. Hormônio do Crescimento Humano (hGH) e Fator de Crescimento semelhante à
Insulina (IGF-1)
O hGH estimula o crescimento, promovendo a síntese protéica e reduzindo o
depósito de gordura, aumentando desta forma a massa corporal magra. O IGF-1
aumenta o depósito de glicogênio muscular, promovendo um incremento da massa
corporal magra.
3. Gonadotrofina Coriônica Humana (hCG), proibido apenas em atletas de sexo
masculino;
É sabido que a administração de gonadotrofina coriônica humana e seus compostos
correlatos eleva a produção endógena de andrógenos esteróides. Existe uma ação
similar ao hormônio luteinizante (LH), presente na cadeia fisiológica de
produção do hormônio masculino.
4. Gonadotrofinas da pituitária (LH) e sintéticas, proibidoapenas em atletas de sexo masculino;
5. Insulina
Proibida inicialmente nos Jogos de Inverno de Albertville, esta medicação tem
marcado efeito anabolizante. É permitida apenas em pacientes diabéticos, quando
solicitada a competente autorização.
6. Corticotrofinas
O efeito da administração de corticotrofinas é considerado análogo ao uso de
corticóides por via oral, intramuscular ou injetável. A menos que o atleta possa
demonstrar que a concentração é devida a uma condição fisiológica ou patológica,
uma amostra será considerada como contendo uma substância proibida quando a
concentração desta substância, ou de seus metabólitos, ou marcadores, e/ou
razões relevantes, exceda os valores limites da normalidade encontrados em
humanos de tal forma que não será consistente com uma produção endógena normal.
A presença de análogos, miméticos, marcador(es) diagnóstico(s) ou fatores de
liberação de um hormônio listado acima ou de qualquer outro achado que indique
que a substância detectada não é um hormônio naturalmente presente, será
reportado como um achado analítico adverso.
Para compreensão desta seção:
Um “mimético” é definido como uma substância com efeitos farmacológicos
similares à outra substância, mas com uma estrutura
química diferente.
Um “análogo” é definido com a substância derivada pela modificação ou alteração
parcial da estrutura química de outra substância,
mas retendo um efeito farmacológico similar.
S6. Beta-2 Agonista
Todos os beta-2 agonistas, inclusive os seus isômeros D- e Lsão proibidos,
exceto o formoterol, salbutamol, salmeterol e terbutalina, que são permitidos
por inalação, somente na prevenção e/ou no tratamento da asma e da asma induzida
pelo exercício ou broncoconstricção. Nestes casos uma notificação médica de
acordo com a secção oito (8) do Padrão Internacional para Isenção de Uso
Terapêutico (IUT) é necessária.
Apesar da autorização de uma IUT, quando o laboratório relatar uma concentração
de salbutamol (livre mais glicuronídio) superior a 1.000 ng/mL, isto será
considerado como um resultado analítico adverso, a menos que o atleta prove que
este resultado anormal seja conseqüência do uso terapêutico de salbutamol
inalado.
Exemplos de medicamentos proibidos por conter fármacos desta classe, mas
permitidos quando preenchida uma IUT: Aeroflux, Aero-ped, Broncodil, Eritropulmo,
Cibram, Pneumolat e Salbutamol Os beta-agonistas podem funcionar como
estimulantes, sendo que alguns deles funcionam como agentes anabolizantes.
S7. Agentes com atividade anti-estrogênica
Clomifeno, ciclofenila, tamoxifeno e inibidores de aromatase são proibidos
somente em atletas de sexo masculino.
S8. Agentes mascarantes
Agentes mascarantes são proibidos. Estes são produtos que tem a possibilidade de
interferir na excreção de uma substância proibida, para evitar sua presença na
urina ou outro tipo de amostra usada no controle de doping, ou para modificar
parâmetros hematológicos.
Estes agentes incluem, mas não se limitam, aos seguintes produtos:
Diuréticos*, epitestosterona, probenecida, expansores de plasma (como o dextran
e o hidroxietilamido)
· Uma notificação médica de isenção para uso terapêutico (IUT) não será válida
se a urina de um atleta contiver um diurético em associação à uma substância com
um valor de concentração próximo ao seu limite máximo permitido.
Diuréticos incluem:
Ácido etacrínico, acetazolamida, amilorida, bumetanida, canrenona, clortalidona,
espironolactona, furosemida, indapamida, mersalil, tiazidas (como
bendroflumetiazida, clorotiazida, hidroclorotiazida e outros) e triantereno,
além de outras substâncias com estrutura química ou efeitos farmacológicos
similares.
Exemplos de medicamentos proibidos por conter fármacos desta classe:
Aldazida, Amiretic, Athens-H, Atensina, Biconcor, Burinax, Clorana, Co-Renitec,
Corus H, Diamox, Diupress, Diurana, Diurisa, Diurezin, Drenol, Hidroclorotiazida,
Higrotror, Hydromed, Hyzaar, Iguassina, Lasix, Lopril D, Lotensil H, Moduretic,
Prinzide, Selopress, Tenadren e Triatec D.
Os diuréticos são utilizados para diminuir o peso, quando isto favorece o
esporte, ou para eliminar o agente dopante.
S9. Glicocorticosteróides
Glicocorticosteróides são proibidos quando administrados por via oral, retal,
intramuscular ou endovenosa. Todas as demais rotas de administração requerem uma
notificação de acordo com a seção oito (8) do Padrão Internacional para Isenção
de Uso Terapêutico (IUT).
Os glicocorticosteróide são extremamente prejudiciais à saúde dos atletas, sendo
proibidos por esta razão.
Nota: Não é possível distinguir em laboratório entre o uso externo permitido e o
interno proibido de um glicocorticosteróide. Em Atenas, nos Jogos Olímpicos,
todo o glicocorticosteróide detectado será considerado como um resultado
analítico adverso, caso não tenha a respectiva IUT.
Métodos proibidos
M1. Aumento de carreadores de oxigênio
Os seguintes métodos são proibidos:
a. Doping sangüíneo. Doping sangüíneo é a administração de sangue
autólogo, homólogo ou heterólogo, ou de produtos contendo glóbulos vermelhos de
qualquer origem, exceto em caso de tratamento médico justificável.
b. O uso de produtos que aumentem a captação, o transporte ou o aporte de
oxigênio, tais como eritropoietinas, produtos à base de hemoglobina modificada
incluindo, mas não se limitando, à substitutos de sangue com base em
hemoglobina, produtos com hemoglobina microencapsulada, perfluoroquímicos e
efaproxiral
(RSR 13).
M2. Manipulação farmacológica, química ou física da urina
As manipulações farmacológicas, químicas ou físicas da urina
consistem em uso de substâncias ou métodos, incluindo agentes mascarantes, que
alteram, tentam alterar ou acredita-se alterar a integridade e a validade do
material coletado no controle
de doping.
Esta manipulação inclui, mas não se limita, à cateterização, substituição e/ou
alteração de urina, inibição da excreção renal e alterações das concentrações de
testosterona e de epitestosterona.
M3. Doping genético
Doping genético é definido como o uso não terapêutico de genes, elementos
genéticos e/ou células que tenham a capacidade de aumentar o desempenho do
atleta.
SUBSTÂNCIAS E MÉTODOS PROIBIDOS FORA-DE-COMPETIÇÃO
Substâncias proibidas
S4. Agentes anabólicos
S5 Hormônios peptídicos
S6 Beta-2 agonistas*
S7 Agentes com atividade anti-estrogênica
S8 Agentes mascarantes
* Somente o clembuterol e o salbutamol quando a sua concentração na urina for
maior do que 1000ng/mL
Métodos proibidos
M1 Aumento da transferência de oxigênio
M2 Manipulação farmacológica, química ou física
M3 Doping genético
SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS EM UM ESPORTE ESPECÍFICO
P1 Álcool
Álcool (etanol) é proibido somente em competição, nos esportes abaixo
relacionados. A detecção será feita por análise respiratória e/ou pelo sangue. O
limite permitido por cada Federação ou Confederação está indicado entre
parênteses. Se nenhum limite é indicado, a presença de álcool em qualquer
quantidade se constitui em um caso de infração de doping.
Aeronáutica FAI (0,20 g/L)
Arco e flecha FITA (0,10 g/L)
Automobilismo FIA
Bilhar WCBS
Boliche CMSB
Esqui FIS
Futebol FIFA
Ginástica FIG (0,10 g/L)
Karatê WKF (0,40 g/L)
Luta FILA
Motociclismo FIM
Pentatlo Moderno UIPM (0,10 g/L)
Patinagem FIRS (0,02 g/L)
Triatlo ITU (0,40 g/L)
P2 Beta-bloqueadores
A menos que seja especificado, beta-bloqueadores são proibidos somente em
competição, nos seguintes esportes:
Aeronáutica FAI
Arco e flecha FITA
(proibido também fora de competição)
Automobilismo FIA
Bilhar WCSB
Bobsleigh FIBT
Boliche CSMB
Boliche de 9 pinos FIQ
Bridge FMB
Curling WCF
Esqui FIS
(salto com ski e estilo livre em snow board)
Futebol FIFA
Ginástica FIG
Luta FILA
Motociclismo FIM
Natação FINA
(em saltos ornamentais e nado sincronizado)
Pentatlo Moderno UIPM
Tiro ISSF
(proibido também fora-de-competição)
Vela ISAF
(somente para os timoneiros)
Xadrez FIDE
Beta-bloqueadores incluem, mas não se limitam, aos seguintes compostos:
acebutolol, alprenolol, atenolol, betaxolol, bisoprolol, bunolol, carteolol,
carvedilol, celiprolol, esmolol, labetalol, levobunolol, metipranolol,
metoprolol, nadolol, oxprenolol, pindolol, propranolol, sotalol e timolol.
Exemplos de medicamentos proibidos por conterem fármacos desta classe:
Angipress, Atenol, Betoptic, Cardionorm, Corgard, Neotenol, Nifelat, Sotacor,
Tenoretic, Viskaldix, e Visken.
P3 Diuréticos
Os diuréticos são proibidos em competição e fora-de-competição em todos os
esportes como agentes mascarantes. Entretanto, nos seguintes
esportes que têm classificação por categoria de peso e esportes onde a perda de
peso pode aumentar a desempenho, não será aceita nenhuma isenção de uso
terapêutico (IUT) para diuréticos.
Fisiculturismo IFBB
Boxe AIBA
Esqui FIS
(Salto com esqui)
Judô IJF
Karatê WKF
Levantamento de peso IWF
Luta FILA
Powerlifting IPF
Remo FISA
(Peso ligeiro)
Taekwondo WTF
Wushu IWUF
Nota: Os produtos comerciais referidos nesta secção como proibidos são listados
apenas como exemplos, com o fim de orientar os atletas. Esta relação,
evidentemente, não pode incluir todos os produtos existentes no mercado. Em caso
de dúvida consulte o médico de sua equipe ou o Comitê Olímpico
Brasileiro, através do endereço
antidoping@cob.org.br.
O uso de suplementos alimentares e produtos naturais
A maioria dos produtos denominados de suplementos alimentares, que incluem entre
outros os aminoácidos, a creatina, as vitaminas e os sais minerais, não sofre
por parte dos órgãos governamentais controladores de muitos países uma avaliação
de segurança e eficácia em sua produção.
Um estudo realizado pelo Laboratório de Controle de Doping de Colônia,
patrocinado pelo Comitê Olímpico Internacional, mostrou claramente que alguns
destes produtos não apenas não contém o que deveriam conter, de acordo com seus
rótulos, mas eventualmente possuem em sua formulação até mesmo precursores de
hormônios e testosterona, podendo ocasionar controles de doping positivos.
Por esta razão, atletas de alto rendimento devem apenas utilizar produtos
tradicionais, preferencialmente testados previamente, para não correrem o risco
de uma contaminação que, mesmo se claramente não intencional, não evitará uma
punição.
Alguns produtos elaborados com base em ervas, tais como o Ma Huang, o ginseng, e
a ioimbina, que muitas vezes são vendidos como ergogênicos, podem conter
substâncias proibidas ou estar eventualmente contaminado por elas. Nos países
andinos, deve-se evitar o consumo de chá de coca, que pode ocasionar a presença
de resíduos de cocaína na urina do atleta.
Como não é possível assegurar a qualidade deste tipo de produtos, e considerando
que sua utilização como fator de aumento do desempenho físico não está
demonstrada na literatura, o atleta deve exercer grande prudência na sua
utilização.
Relação de fármacos permitidos
ANALGÉSICOS
AAS, AAS Infantil, Acetofen, Acetaminofen 500, Algi Tanderil, Aminofen, Analgex,
Analgex C, Antitermin, Aspiçucar, Aspirina, Aspirina forte, Aspirina infantil,
Baralgin, Buscopan, Bromalgina, Cefalium, Cefunk, Cibalena A, Dipirona,
Doloxena-A, Doran, Dorflex, Doribel, Dôrico, Endosalil, Fontol, Fontol 650,
Melhoral,
Melhoral infantil, Novalgina, Paracetamol, Ponstan, Ronal, Sensitram, Sylador,
Tramal, Tylenol, e Tylex.
ANTIÁCIDOS
Aclorisan, Alca-luftal, Alrac, Andursil, Asilone, Bisuisan, Digastril, Estomagel,
Gastrogel, Gastrol, Gastromag Gel, Gelusil M, Hidroxigel, Kolantyl, Leite de
Magnésia, Maalox Plus, Magnésia Bisurada, Mylanta Plus, Pepsamar, Pepsogel,
Siligel, Siludrox, Simeco Plus, Sonrisal, Tonopan e Tums.
ANTIALÉRGICOS
Agasten, Allegra 120, Allegra 180, Calamina, Cilergil, Claritin, Fenergan, Gaviz,
Hismanal, Intal, Loratadina, Periatin, Polaramine, Prometazina, Teldane, e
Zofran.
ANTIASMÁTICOS
Aero-clenil, Aerojet, Aerolin, Bricanyl Broncodilatador Solução, Bricanyl
Turbuhaler, Foradil Aerosol, Serevent, Suxar, e Teoden. Nota: Estes medicamentos
estão permitidos apenas por inalação e devem ser previamente notificados à
autoridade médica competente.
ANTIBIÓTICOS
Amicacina, Amoxicilina, Amplitor, Assepium balsâmico, Bacfar, Bacigen, Bacterion,
Carbenicilina, Ceclor, Cefalex, Cefalexina, Cefalotina, Cefamezin, Cefaporex,
Cibramox, Clindamicina, Cloranfenicol, Dalacin-C, Despacilina, Diastin,
Dicloxalina, Dientrin, Duoctrin, Eritrex, Eritrofar, Espectrin, Garamicina,
Gentamicina, Glitisol, Hiconcil, Ilosone, Imuneprim, Infectrin, Kefazol, Keflex,
Lincomicina, Longacilin, Mefoxin, Megapen, Netromicina, Norfloxacina, Novamin,
Novocilin, Oracilin, Oxacilina, Panglobe, Penicilina G Potássica, Pantomicina,
Pen-veoral, Penvicilin, Septiolan, Sintomicetina, Staficilin-N, Terramicina,
Tetraciclina, Tetrex, Tobramina, Totapen, Trimexazol, Trozymnan, Vancomicina, e
Vibramicina.
ANTICONVULSIVANTES
Depakote, Depakene, Diempax, Epelin, Fenobarbital, Gardenal, Hidantal, Primidona,
Rivotril, Tegretol, Valium, e Valpakine.
ANTIDEPRESSIVOS
Buspar, Survector, Pamelor, Prozac, Valix, Wellbutrin SR e Zoloft.
ANTIDIARRÊICOS
Diarresec, Enterobion, Floratil, Florax, Furazolin, Imosec, Kaomagma, Kaopectate,
e Parenterin.
ANTIEMÉTICOS
6-Copena, Diagrin, Dramin, Emetic, Estac, Eucil, Kytril, Metoclopramida,
Motilium, Normopride Enzimático, Plamet, Plasil, Vogalene, Vomix, Vontrol, e
Zofran.
ANTIFÚNGICOS
Ancotil, Canesten, Cetoconazol, Daktarin, Flagyl, Flagyl Nistatina, Fluconazol,
Fulcin, Fungizon, Lamisil, Micostatin, Nistatina, Sporanox, e Sporostatin.
ANTIGRIPAIS
Analgex C, Asafen, Aspi C, Benegrip, Bialerge, Cebion, Cheracap, Coldrin,
Cortegripan, Doril, Grip Caps C, Melhoral C, Neosaldina, Optalidon, Resprin,
Redoxon, Tandrilax, Termogripe C, Tylex e Trimedal 500.
ANTIINFLAMATÓRIOS
Actiprofen, Advil, Aflogen, Algi-danilon, Algi-flamanil, Alginflan,
Algi-peralgin, Algizolin, Analtrix, Anartrit, Arcoxia, Artren, Artril, Artrinid,
Artrosil, Benevran, Benotrin, Benzitrat, Biofenac, Brexin, Butazil, Butazolidina,
Butazona, Cataflam, Cataflam D, Cataren, Cetoprofeno, Cicladol, Celebra,
Ciclinalgin, Clofenak, Danilon, Deflogen, Deltaflan, Deltaflogin, Deltaren,
Diclofenaco Sódico, Diclofenaco Potássico, Diclotaren, Doretrim, Dorgen,
Doriflan, Eudoxican, Eridamin, Flanax, Fenaflan, Febupen, Feldene, Feldox,
Felnam, Fenaflan Sódico, Fenaren, Fenburil, Fenilbutazona Sódica, Fisioren,
Indocid, Inflamene, Motrin, Naprosyn, Nisulid, Piroxifen, Piroxiflam, Proflam,
Scaflam, Sintalgin, Tilatil, Vioxx e Voltaren.
ANTI-HEMORROIDÁRIOS
Claudemor, Glyvenol, H-creme, Hemorroidex, Nestosyl, Novabion, Novarrurita,
Preparado H, Venalot, e Xiloproct.
ANTIULCEROSOS
Antak, Cimetidina, Climatidine, Gastrodine, Label, Logat, Neocidine, Omeprazol,
Ranidin, Ranitidina, Tagamet, Ulcedine, Ulcenon, Ulcoren, e Zadine.
COLÍRIOS
Anestésico Oculum, Colírio Moura Brasil, Fenilefrina Colirium, Visine.
CONTRACEPTIVOS
Anacyclin, Anfertil, Evanor, Gynera, Micronor, Microvlar, Minulet, Neovlar,
Nordette, Normamor, e Trinordiol.
Nota: Os seguintes contraceptivos não devem ser usados pois contém noretindrona,
que se converte em 19-norandrosterona no organismo e pode resultar em um teste
positivo: Biofim, Micronor, Mesigyna, Primolut-nor e Trinovum.
CREMES DERMATOLÓGICOS
Em princípio, podem ser usados todos os cremes existentes no mercado, exceto os
que contém anabolizantes, desde que respeitadas suas indicações e
preferencialmente sob orientação médica.
DESCONGESTIONANTES NASAIS
Afrin, Claritin D, Coristina D, Coristina R, Descongex Plus, Disofrol, Loralerg
D, Loranil D, Loremix D, Naldecon, Neo-Sinefrina, Ornatrol, Spansule, Otrivina,
Rinosbon, Rinosoro, Sinutab, Sorine, Superhist e Triaminic.
ENXAQUECAS
Cafergot, Ormigren
EXPECTORANTES E ANTITUSSÍGENOS
Alergogel, Alergotox Expectorante, Atossion, Benadryl Expectorante, Benadryl,
Besedan, Bisolvon, Bisolvon Ampicilina, Clistin Expectorante, Codelasa, Descon
Expectorante, Fluimucil 10% e 20%, Glicodin, Glycon lodepol, Iodetal, Iodeto de
Potássio Líquido, Pulmonix, Rinofluimucil, Silomat, Setux, Silencium, Subitan,
Tossbel, Transpulmin, Xarope de Iodeto de Potássio Composto, e Xarope Valda.
HIPOGLICEMIANTES ORAIS
Avandia, Amaryl, Daonil, Diabexil, Diabinese, Diamicron, Glibenclamida,
Glipizida, Glucoformin, Minidiab, e Prandin.
INSÔNIA
Barbitúrios: Gardenal e Fenobarbital Anti-histamínicos: Fenergan e Prometazina
Benzodiazepínicos: Dalmadorm, Dormonid, Nitrazepan, Nitrazepol, Rohypnol, e
Sonebon.
LAXATIVOS
Agarol, Agiolax, Dulcolax, Fitolax, Fleet Enema, Frutalax, Guttalax, Humectol D,
Lacto-Purga, Metamucil, Minilax, Óleo mineral, Purgoleite, Supositório de
Glicerina, e Tamarine.
PREPARAÇÕES OFTÁLMICAS
Afrin oftálmico, Anestalcon colírio, Cloranfenicol, Colírio cicloplégico,
Dexafenicil, Flumex 0,10% e 0,25%, Fluoresceína, Isopto Carpine, Lacrima,
Maxidex, Maxitrol, Midriacyl 1%, Minidex, Opti-tears, e Pilocarpina 1%,2% e 4%.
PREPARAÇÕES VAGINAIS
Flagyl, Ginedak, Ginodex, Gyno-daktarin, Micogyn, Nistatina, e Talsutin.
RELAXANTES MUSCULARES
Coltrax, Mioflex e Sirdalud
SEDATIVOS
Ansitec, Calmociteno, Diazepam, Dienpax, Dormonid, Frisium, Kiatrium. Lexotan,
Lorax, Psicosedin, Somalium, Tensil, Tranxilene, e Valium.
Nota: A Federação Internacional de Pentatlo Moderno não permite o uso de
sedativos nas provas da modalidade detiro deste esporte.
DIVERSOS
Aminoácidos, Ginecoside, Premarin, Provera, Sais Minerais, Viagra, e Vitaminas.
Nota: Tenha sempre muita atenção ao fato de que muitos produtos possuem nomes
semelhantes. Muitas vezes um é permitido e outro proibido. A referência a
produtos específicos nesta secção visa apenas ilustrar alguns exemplos. As
medicações aqui mencionadas não são necessariamente todas
as que existem no mercado, nem são endossadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro. A
responsabilidade final de sua utilização será sempre do atleta.
Este texto foi extraído da cartilha Informações Sobre o Uso
de Medicamento no Esporte do ano de 2004, disponibilizada pelo Comitê Olímpico
Brasileiro.
Para maiores informações, consulte o site:
http://www.cob.org.br/.
Caso necessite de informações detalhadas sobre o uso de anabolizantes no mundo esportivo, as drogas que são administradas aos atletas, a forma de administração e outros detalhes curiosos, adquira livros sobre o assunto. Nunca se baseie em apenas uma fonte, diversifique sua pesquisa, analise as posições de vários autores. A seguir, pequena seleção de livros sobre anabolizantes:
DICA: não tome anabolizantes! Existem diversos suplementos
alimentares que podem aumentar sua performance naturalmente! Um desses
suplementos é o ANABOLIC ANIMAL PACK, oferecido pela loja CorpoPerfeito:
|
Benefícios:
|
*********************************
ATENÇÃO: Não vendemos anabolizantes nem incentivamos o uso
indiscrimado dessas substâncias. Sempre consulte um médico antes de tomar
qualquer medicamento. Por favor, NÃO envie emails solicitando tabela de preços
ou informações sobre vendedores.
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| Tomei 3 doses de creatina e já comecei a sentir dores no rim |
Enviada: 29 Mar 2005 04:22 Assunto: Tomei 3 doses de creatina e já comecei a
sentir dores no rim
--------------------------------------------------------------------------------
Ae galera, estou malhando a 7 meses.. eu pesava 64,5 agora estou pesando 71,5
kg.. eu tenho um dificuldade imensa em ganho de peso, malto faz tempo que eu
tomo, massa tomei 3 potes e nao resolveu nada, comprei uma 21000, uma MASS
Protein 7500, uma Nutri MASS 7000..
Os 7 kg q eu ganhei foram nos primeiros 5 meses. nesses 2 ultimos nao engordei 1
kg se quer, parei nisso, agora estou tomando creatina, tomei 3 doses hoje, mas
comecei a sentir dor no rim, foi bem pouco, quase nada, mas ja estou querendo
parar de tomar, pq sou daqueles q tenho muito medo de prejudicar minha saúde..
ja vi muita gente falar q creatina se tomar durante um mes nao prejudica, mais e
quem tem tendência a ter pedra no rim?
Eu nao sei, nunca fiz isame para saber se tenho tendência ou não, mais eu sou
podre, vou todo dia na academia, faço exercicios corretamente e nao consigo
ganhar massa muscular... então resolvi tomar a creatina..
Creatina, eu vejo a galera tomar na academia eles incham rapidão.. mais estou
com medo disso dai q eu citei.. O que acham, devo parar ou continuar com a
creatina?
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